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Viúva de João Alberto fecha acordo de indenização com o Carrefour

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Defesa de Milena Alves não informa o valor, mas afirma que é superior ao ofertado em negociação anterior, R$ 1 milhão. Crime completou seis meses no último dia 19.

Milena Borges Alves, viúva de João Alberto Freitas, homem negro morto por seguranças do Carrefour no estacionamento de uma unidade do hipermercado em Porto Alegre, firmou acordo de indenização nesta quinta-feira (27), conforme a empresa e o advogado de defesa, Carlos Barata.

O valor não foi informado, mas segundo o defensor, é superior ao oferecido inicialmente pelo Carrefour, R$ 1 milhão. O acordo foi firmado na Defensoria Pública do RS.

A empresa pagou outras oito indenizações aos demais familiares, entre eles o pai, filhos e a enteada de João Alberto. O crime completou seis meses no último dia 19. Seis pessoas respondem pelo homicídio.

Em abril, a primeira proposta ofertada à viúva havia sido recusada. O valor chegou a ser depositado, mas não foi sacado, diz a defesa. Na época, Barata chegou a comparar a quantia ao oferecido no caso cachorro Manchinha, morto em uma unidade do hipermercado em Osasco, em 2019.

“Após o depósito com a finalidade de consignação extrajudicial realizado na última semana de abril, tendo a viúva Milena Alves como beneficiária, a conversa com os advogados foi retomada e o acordo de indenização, fechado”, informa a empresa.

Milena Borges Alves, de 43 anos — Foto: Lauro Alves/Agência RBS

Milena Borges Alves, de 43 anos — Foto: Lauro Alves/Agência RBS

Novo pedido de habeas corpus

A defesa de um dos réus pelo crime, Giovane Gaspar da Silva, protocolou um novo pedido de habeas corpus no Supremo Tribunal Federal. Em abril, o STF já havia recusado uma solicitação anterior, em abril.

Giovane é ex-policial militar, e segundo sua defesa, não oferece risco à sociedade e à instrução do processo. Ele está preso desde o dia do crime, assim como Magno Braz Borges, segurança da empresa Vector.

Ainda respondem na Justiça Adriana Alves Dutra, funcionária do Carrefour que tentou impedir gravação e tinha, segundo a polícia, comando sobre os demais funcionários; Paulo Francisco da Silva, funcionário da empresa terceirizada de segurança Vector que impediu acesso da esposa à vítima que agonizava; Kleiton Silva Santos, funcionário do mercado que auxilia na imobilização da vítima e Rafael Rezende, funcionário do mercado que auxilia na imobilização da vítima.

Por: G1

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Redação Juruá Online

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