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Vendedores do Mercado Minhocão negociam no meio da rua e reclamam de Decreto que proíbe comercialização de alimento

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O dia de sábado,10, comecou difícil e com sentimento de indignação por parte dos vendedores de frutas e verduras do Mercado Minhocão, situado no centro da cidade de Cruzeiro do Sul.

Devido o decreto governamental que visa conter a proliferação da pandemia, reformulado pelo governo do Acre, supermercados poderão atender a população também aos finais de semana.

O que acontece é que esse mesmo direito não foi assegurado a vendedores de alimentos do Mercado Minhocão, que amanheceu fechado.

Já prevendo a proibição, os vendedores ainda na sexta-feira,09, retiraram seus produtos como banana, mamão, verduras e outros e colocaram na beira da rua ao redor do mercado, pois na segunda-feira,12, já estariam estragados.

Um dos motivos da revolta com o governo e também com a prefeitura de Cruzeiro do Sul é que o mesmo não aconteceu com o Mercado da Farinha, que não tem produtos que estragam rápido, mas mesmo assim teve autorização para funcionar.
“Qual a diferença de nossos produtos para os de um supermercado ou do Mercado da Farinha. Todos são alimentos e o nosso se perde mais rápido. Enquanto isso, o noso mercado que é grande está fechado e nós estamos aqui no meio da rua pegando sol, correndo risco de perder nossos produtos”, lamentou uma vendedora.

Outra vendedora reclamou da prefeitura de Cruzeiro do Sul. “Porque o prefeito não vai vir pagar pra gente os prejuízos que estamos tendo”.

Os Mercados da Carne e do Peixe também estão abertos, o que gera mais reclamação dos vendedores.

Veja o vídeo dos vendedores de frutas indignados

https://youtu.be/P5ZNSEZKz6A

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Redação Juruá Online

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