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UE fecha acordo com Pfizer para a compra de até 1,8 bilhão de vacinas contra Covid-19

Contrato garante 900 milhões de doses com possibilidade aquisição de outra remessa com a mesma quantidade, válido entre 2021 e 2023

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PORTO — A União Européia fechou um novo acordo com os laboratórios Pfizer/BioNTech para a compra de até 1,8 bilhão de doses adicionais da sua vacina contra a Covid-19, anunciou neste sábado a presidente da Comissão Européia, Ursula von der Leyen.

“Tenho o prazer de anunciar que a Comissão acaba de aprovar um contrato garantindo 900 milhões de doses (com opção de mais 900 milhões) com a Pfizer/BioNTech para os anos 2021-2023”, tuitou Von der Leyen, durante uma cúpula europeia em Portugal .

Em sua mensagem, Von der Leyen acrescentou que este novo acordo será seguido por “outros contratos e outras tecnologias de vacinas”.

Em outro tweet, Von der Leyen adiantou que os próximos passos na estratégia europeia de imunização contra covid-19 incluem a aplicação de doses de reforço, o combate às variantes e a vacinação de adolescentes.

A vacina contra o coronavírus da Pfizer/BioNTech, que usa tecnologia de RNA mensageiro, é a base da estratégia de imunização do bloco europeu para combater a pandemia de coronavírus.

Este é o terceiro contrato da UE com os laboratórios americano e alemão. O primeiro, assinado em novembro passado, era para 300 milhões de doses (incluindo opção por mais 100 milhões), e em janeiro ele assinou um segundo acordo com os mesmos números.

No primeiro trimestre deste ano a UE já recebeu 67 milhões de doses do medicamento, e espera a chegada de 250 milhões de doses no segundo trimestre. Do meado até o fim do ano, ele deve receber mais 280 milhões de doses.

Até agora, a UE assinou contratos e autorizou o uso das vacinas contra a Covid-19 da Pfizer/BioNTech, Moderna, AstraZeneca e Johnson & Johnson.

Este anúncio da UE coincide com os debates sobre a possibilidade de liberação temporária de patentes de vacinas anticovid, a fim de promover a imunização global.

A ideia tem o apoio do governo dos Estados Unidos, da Organização Mundial da Saúde (OMS) e até do Papa Francisco, embora por ora os  líderes europeus continuem céticos e afirmem estar “prontos” para discutir uma proposta específica a esse respeito.

Via-O Globo

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Redação Juruá Online

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