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Turma de ex militares do exército em Cruzeiro do Sul se reúne 27 anos depois e resolve ajudar amigo que passa por necessidade

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O dia 07 de setembro vai ficar marcado na história deste grupo de ex militares do 61 bis que depois de 27 anos voltaram a se reencontrar. E foi neste reencontro de amigos que os ex combatentes de selva descobriram que um deles estava vivendo em uma situação de extrema pobreza.

A emoção tomou conta dos ex combatentes ao ver a dura realidade do amigo. A casa que o ex militar mora sozinho está caindo aos pedaços. Dentro apenas uma geladeira velha com um pouco de água e uma cama para dormir.

O grupo quando serviu o exército era de 109 militares. Na manhã deste dia 07 de setembro, fizeram uma comissão e decidiram que vão construir uma casa nova para o amigo. João Henrique lembrou dos tempos do quartel e disse que Suzano era o mais tranquilo da turma e muitas vezes a tropa pagava pela sua demora. “O Suzano era muito tranquilo, era muito concentrado, todo mundo chegava corria entrava em forma e ele chegava atrasado e com isso todo mundo pagava”.

Romário Tavares outro ex militar da turma de 1995, disse que ficaram surpresos com a situação que encontraram o colega. E que a partir de agora o grupo vai ajudar o amigo. “Nós visitamos a casa convidando soldado por soldado e aí nos deparamos com a humildade do Suzano e fomos fazer a confraternização e na hora surgiu a ideia de fazer uma nova casa para o Suzano”.

Ao entrar na residência os amigos de Suzano não conseguiram segurar a emoção ao ver tanta pobreza. “É uma situação bastante difícil, a gente vê um ex combatente viver uma situação dessas, mas daqui uns dias vamos estar chorando de alegria, pois ele vivera uma outra situação”, relatou um amigo.

O homem de 45 anos abraçou os amigos, foi as lágrimas e disse que não esperava que um dia alguém pudesse lembrar dele. “Me sentia envergonhado em pedir ajuda para os amigos. Eu agradeço muito a Deus por estarem nesse momento me ajudando e vou ser grato pro resto da minha vida”.

Suzano disse que sobrevive da venda de restos de bois e pega para vender no centro da cidade, ganhando dez reais por dia. “Eu vendo comida pra cachorro. O que eu ganho é dez reais por dia e eu faço todo dia isso aí pra mim sobreviver”.

Redação Juruá Online

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Redação Juruá Online

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