11 de agosto de 2022   |   23:59  |  

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Suposto espião russo que vivia nos EUA dizia que era brasileiro

“Muller” era bastante conhecido, e até mesmo querido, por seus colegas estudantes e da faculdade na SAIS.

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O sotaque de Victor Muller soava esquisito, e pertencia a um homem que foi apontado como um suposto espião russo que estudou na prestigiada Escola de Estudos Internacionais Avançados (SAIS na sigla em inglês) da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, um programa de pós-graduação de elite que é escolhido por militares, jovens diplomatas e, de acordo com fontes, futuros espiões.

Sociável, gregário, inteligente e muitas vezes visto carregando um capacete para a sua amada moto, “Muller” era bastante conhecido, e até mesmo querido, por seus colegas estudantes e da faculdade na SAIS. Mas o seu sotaque confuso chamou a atenção de alguns colegas de classe. Numa ocasião, um estudante lhe perguntou: “Você é russo?” O espião fugiu da questão. Dizia que era brasileiro, uma resposta que se revelou parte de um elaborado disfarce que ele passou anos construindo.

Ali, ele teria a incumbência de espionar investigações sobre crimes de guerra em ações militares russas na Ucrânia e outros lugares, dizem as fontes.

As autoridades holandesas o detiveram na fronteira e o enviaram de volta ao Brasil, onde vivia sob a identidade falsa de um homem brasileiro, Victor Muller, cujos pais já haviam morrido, segundo a polícia brasileira.

Não se sabe exatamente quando os Estados Unidos souberam da verdadeira identidade de Cherkasov. De acordo com uma fonte familiarizada com os serviços de inteligência, o FBI tem uma investigação ativa aberta sobre o caso.

Com Informações CNN Brasil

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