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Soldado do Exército desaparece no mar no litoral de SP e família desabafa: ‘Quero respostas’

Savio Ferreira da Silva, de 20 anos, estava na praia com amigos quando disse que entraria na água, sumindo em seguida. Caso aconteceu em Praia Grande, e as buscas prosseguem.

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Um soldado do Exército lotado em São Paulo desapareceu após entrar no mar em Praia Grande, no litoral paulista, e o Corpo de Bombeiros segue realizando buscas pelo militar. Savio Ferreira da Silva, de 20 anos, estava na praia com amigos quando disse que entraria na água, e não retornou. Nesta quinta-feira (17), a procura pelo jovem completa quatro dias.

Segundo o relato da prima do rapaz, a operadora de caixa Edilaine Ferreira da Silva, de 32 anos, ele viajou à cidade litorânea para passar o Dia dos Namorados com a companheira e amigos. Eles alugaram uma casa no bairro Guilhermina para os dias em que ele estaria de folga. Savio desapareceu no domingo (13).

Segundo o Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar), a corporação foi acionada por um amigo de Savio, que usava uma bermuda preta ao entrar na água. O colega relatou que ele saiu sozinho em direção ao mar. Preocupado por ele não retornar, procurou os bombeiros que, desde então, realizam buscas em botes.

Savio é soldado do Exército em São Paulo e estava aproveitando a folga — Foto: Arquivo Pessoal

Savio é soldado do Exército em São Paulo e estava aproveitando a folga — Foto: Arquivo Pessoal

Em entrevista ao G1, a prima de Savio relatou que toda a família reside na capital paulista, e que todos estão em choque com o que aconteceu. Parte dos familiares está no litoral acompanhando as buscas. Ela conta que as autoridades policiais também já estão cientes do que ocorreu com o rapaz, e diz que aguarda respostas.

“Não irei sossegar enquanto eu não achar ele. Vivo ou morto, quero respostas”, desabafa Edilaine.

Moradores da Zona Leste de São Paulo, os familiares saíram da Capital no dia do desaparecimento do rapaz para ficarem em Praia Grande, mesmo com dificuldades para se manterem em outra cidade. A mãe e a irmã do soldado seguem na cidade acompanhando as buscas, e querem encontrá-lo o mais rápido possível. “Estamos muito mal, as duas não têm condições nem de falar”, explica Edilaine.

A prima registrou um boletim de ocorrência de desaparecimento na Polícia Civil, e relata que as buscas são constantes no mar, mas alega que esperava uma investigação mais minuciosa, como a procura por imagens de câmeras de monitoramento, para tentar entender o que ocorreu e auxiliar nos trabalhos. O G1 questionou a Secretaria de Segurança Pública (SSP) sobre o relato da prima, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Via-G1

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Redação Juruá Online

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