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Sintect-AC e entidades promovem ato de divulgação de carta e carreata em Rio Branco contra retrocessos no Brasil

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ASSESSORIA 

O Sindicato dos Trabalhadores da Empresa de Correios e Telégrafos do Acre (Sintect-AC) e diversas entidades representativas divulgarão às 9h da terça-feira, 24, uma agenda conjunta de protestos e a entrega da carta do “Fórum Acreano em Defesa dos Serviços Públicos”, na sede da Associação dos Servidores Municipais de Rio Branco (Assemurb). O objetivo é alertar para os diversos retrocessos impostos pelo Governo Federal, Senado e Câmara dos Deputados. O ato ainda anunciará a realização da “Carreata dos Trabalhadores Unificados” a favor da manutenção de direitos e bens públicos pertencentes à população, uma ação que começará às 16h de sábado, 29, na Arena Acreana.

A ideia é chamar a atenção dos políticos acreanos e da população da capital para a ausência de vacinas contra a Covid-19, retrocessos nas leis trabalhistas, as perdas de direitos com a reforma Administrativa, o arrocho salarial e a perda de garantias ocasionadas pelas reformas Trabalhistas e da Previdência. Além disso, os trabalhadores também reivindicarão a anulação dos planos de privatização dos Correios, Caixa Econômica Federal, Eletrobrás, Banco Central, Banco da Amazônia e diversos outros órgãos federais essenciais ao povo.

“É mais do que essencial que os trabalhadores de todas as classes estejam unidos em prol do bem comum. Não podemos assistir de braços cruzados os constantes desmandos e tentativas de retrocesso dos governantes e parlamentares, que ao invés de representar a população auxilia os poderosos a retirar direitos dos mais pobres. Chegamos a um ponto crítico onde é necessário juntar todas as forças para barrar esses duros golpes planejado para todos nós”, afirma a sindicalista.

Suzy também destaca os diversos cortes orçamentários que prejudicarão na continuidade de prestação de serviços públicos essenciais. Ela cita como exemplo a redução de verbas para a área da Educação, que teve apenas 19,7% dos recursos totais liberados, e da Saúde, com apenas 8,7% do orçamento aprovado pelo Governo Federal no ápice da pandemia de Covid-19 no país. “Chegou a hora de agirmos. Precisamos acabar com essa situação e unidos conseguiremos”, encerra.

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Redação Juruá Online

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