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Raimundo Lelê, mecânico pioneiro de Cruzeiro do Sul morre aos 80 anos

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Faleceu neste domingo em Cruzeiro do Sul, o tradicional mecânico residente na avenida Copacabana o senhor Raimundo Cândido da Silva – Raimundo Lelê – que deixa um legado de seriedade e exemplo de pai que conseguiu junto com a esposa, dona Tetê (Teresinha), cuidar e educar os filhos, Romário, Zigomar, Rômulo (Caio), Zilene, Karen e Tábita.

Mas, na casa de dona Tetê e Raimundo Lelê sempre teve lugar para muita gente que se tornou família: Benjamim, Ana Cleide, Clícia, Danuzia, Nonata, Elizanete, estão entre os mais próximos. Além deles muitos se tornaram profissionais da mecânica com o mestre que sempre na sua jornada esteve ligado a profissão de mecânico.

Filho de tradicional família Raimundo Lelê iniciou sua vida profissional na oficina mecânica do senhor Chico do Júlio, professor dos mecânicos cruzeirenses. Depois foi trabalhar nos caminhões do empresário Ildefonço Cordeiro, sendo um dos pioneiros da Linha do Tiro, depois Avenida Copacabana onde montou sua oficina.

Muitos jovens passaram pela mão do mestre da mecânica e com ele se profissionalizaram. Foi assim com Benjamim, Sisnando, Odomir, os filhos Caio e Romário, entre outros, que se tornaram profissionais de grande destaque por muitos anos em Cruzeiro do Sul. O filho Romário, inclusive, se tornou um dos melhores pintores de veículos do município.

Outra conquista do casal é também a formação das filhas que se profissionalizaram nas áreas da Administração, Pedagogia e Letras. “Nosso objetivo foi sempre educar nossos filhos. Na sexta-feira falei para ele, que não falava mais, que nosso dever estava cumprindo. Difícil foi no começo, mas, agora estava muito bom. Ele derramou lágrimas dos olhos”, lembra.

O casal Tetê e Raimundo Lelê iniciou sua vida juntos nas proximidades do 7º Batalhão de Engenharia de Construção e depois vieram morar há cerca de 35 anos na Linha do Tiro onde chegaram como pioneiros no local que na época tinha, no período do inverno, muita lama e aos poucos com muito trabalho dos governantes se tornou a Avenida Copacabana.

Casada com Raimundo Lelê há 60 anos dona Tetê relembra a trajetória do casal que priorizou na sua vida trabalhar para garantir educação de qualidade aos filhos e decidiram se manter unidos como família pelo resto de suas vida. “Há poucos dias confirmei isso para ele que já não falava, mas derramou lágrimas do olhos, num momento de muita emoção”, disse.

Dona Tetê faz um agradecimento especial as filhas e filhos que no momento de dificuldade passado pelo pai lhe garantiram apoio, carinho, atendimento e amor. “Ele foi muito bem apoiado e agora ele está em paz. Nós vamos ficar com as boas lembranças que ele nos proporcionou. Nossos filhos são a nossa grande conquista”, finaliza.

Condolências à família enlutada! Siga em paz amigo Raimundo Lelê!

O presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Nicolau Júnior, manifestou condolências à família enlutada através de Nota de Pesar.

Via-Voz do Norte

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Redação Juruá Online

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