14 de agosto de 2022   |   11:22  |  

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Quatro meses após ser identificada oficialmente no Acre, variante Ômicron se torna dominante no Estado

Conclusão veio a partir da última análise, que apontou que, das mais de 100 amostras analisadas na última amostragem datada de 31 de março, 42,6% apresentaram a linhagem BA.1 e 57,4% apresentaram a linhagem BA.1.1 da Ômicron

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Detectada, oficialmente, no Acre, em fevereiro de 2022, a Ômicron, variante do novo coronavírus, considerada de preocupação pela Organização Mundial da Saúde (OMS), desde novembro de 2021, já se tornou dominante no Acre, segundo informações da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre).

A conclusão veio a partir da última análise de rotina, que apontou que, das mais de 100 amostras analisadas na última amostragem datada de 31 de março, todas elas apresentaram a variante Ômicron, sendo que 42,6% apresentaram a linhagem BA.1 e 57,4% apresentaram a linhagem BA.1.1.

Conclusão veio a partir da última análise, que apontou que, das mais de 100 amostras analisadas na última amostragem datada de 31 de março, 42,6% apresentaram a linhagem BA.1 e 57,4% apresentaram a linhagem BA.1.1 da Ômicron
Foto: ilustração.

Embora pareça um número baixo, o dado é representativo para a realidade local, pois as amostras são referentes a pacientes de quase todas as regionais acreanas.

Gabriel Mesquita, chefe do Departamento de Vigilância em Saúde da Sesacre, destaca que a detecção das variantes em circulação são importantes para nortear as ações de enfrentamento “É importante para Vigilância essas informações acerca das variantes para conhecermos o comportamento na população, desenvolver estratégias com base nos estudos sobre cada tipo de genoma circulante”, destacou.

Gazeta Acre

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