2 de julho de 2022   |   01:03  |  

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Quadrilha é presa após fazer família refém durante assalto em lanchonete de Rio Branco

Uma quadrilha foi presa na última quinta-feira (19) após fazer uma família refém durante um assalto em uma lanchonete da Rua Corumbá, bairro Nova Estação, em Rio Branco.

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Uma quadrilha foi presa na última quinta-feira (19) após fazer uma família refém durante um assalto em uma lanchonete da Rua Corumbá, bairro Nova Estação, em Rio Branco. Os criminosos saíram da casa com um dos moradores e acabaram parados pela polícia no bairro Tancredo Neves, parte alta da cidade.

Quadrilha foi presa no bairro Tancredo Neves após assalto — Foto: Luana Dourado/Rede Amazônica Acre
Quadrilha foi presa no bairro Tancredo Neves após assalto — Foto: Luana Dourado/Rede Amazônica Acre

A vítima levada no carro com os criminosos era um homem de 54 anos. As informações coletadas pela polícia são de que os assaltantes ligaram para a lanchonete fazendo uma encomenda. Na hora de buscar o lanche, a quadrilha rendeu as vítimas, entre elas funcionários e familiares.

O tenente Tales Campos, do Batalhão de Operações Especiais do Acre (Bope), disse que a polícia recebeu a informação de um roubo a residência e quatro criminosos tinham feito cinco pessoas refém. Ainda segundo o tenente, as vítimas foram agredidas e a quadrilha ainda teria atirado dentro da residência.

Polícia aprendeu celulares, dinheiro e armas usadas no crime — Foto: Consuela Araújo/Rede Amazônica Acre
Polícia aprendeu celulares, dinheiro e armas usadas no crime — Foto: Consuela Araújo/Rede Amazônica Acre

“Eles estavam com duas armas de fogo, sendo um [revólver] calibre 22, que fez o disparo, e um [revólver] calibre 32 e um simulacro de pistola. A todo momento ameaçando a família, levou um veículo bem como R$ 360 e alguns centavos, alguns celulares, prenderam as vítimas no banheiro”, explicou.

O carro conduzido pela vítima com os assaltantes foi abordado por uma equipe da Ronda Ostensiva Tático Móvel (Rotam) do Bope. O militar falou que foi feita a abordagem com cautela porque a polícia não tinha a confirmação que a vítima estava no veículo.

“Não podemos afirmar que sabíamos, geralmente vamos com cautela devido à essa situação, mas sabia que tinha acontecido o roubo com refém e estava recebendo novas informações por meio do Ciosp e estávamos nos deslocando com a placa do veículo”, acrescentou.

Colaborou a repórter Consuela Araújo, da Rede Amazônica Acre.

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