29 de junho de 2022   |   08:26  |  

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Programa do TJ-AC oferece apoio a vítimas de violência doméstica com suporte jurídico, social e psicológico

Um programa do Tribunal de Justiça d Acre (TJ-AC), lançado nesta segunda-feira (30), vai ofertar apoio jurídico, social e psicológico a mulheres vítimas de violência doméstica e familiar.

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Um programa do Tribunal de Justiça d Acre (TJ-AC), lançado nesta segunda-feira (30), vai ofertar apoio jurídico, social e psicológico a mulheres vítimas de violência doméstica e familiar.

O programa Comv-Vida ocorre por meio da Coordenadoria da Mulher que vai acolher e prestar atendimento às vítimas de violência doméstica e familiar, desde a chegada aos órgãos de proteção, a partir das medidas protetivas concedidas nas audiências de custódia.

Conforme o TJ, a proposta é acolher estas mulheres com equipe multidisciplinar até a conclusão do processo com o julgamento, com três áreas de assistência à vítima e sua família.

“Infelizmente, o índice de violência contra a mulher cresceu exponencialmente, a pandeia nos mostrou isso e estamos trabalhado para reduzir, porque abate toda uma família. Hoje, o judiciário não é só julgar dentro dos seus prédios, ele também sai para a atenção social. Se está afligindo a sociedade, nos aflige também”, pontuou a presidente do TJ, desembargadora Waldirene Cordeiro.

Com o programa também será possível coletar dados e organizar um banco de dados, mapeando o perfil socioeconômico, psicológico e com informações sociais para subsidiar a elaboração de políticas públicas de enfrentamento à violência doméstica e familiar.

“Penso que a melhor forma seria trabalhar com a prevenção em políticas públicas, antes que estas questões possam chegar ao judiciário, às delegacias e se transformar em processo. Hoje, fazemos o lançamento do Comv-Vida que será um trabalho multidisciplinar dirigido às mulheres que após a audiência de custódia for beneficiada por medida de proteção porque a maior dificuldade da mulher é, principalmente, chegar às delegacias, denunciar, fazer o fato ser conhecido e estas mulheres não podem ficar sem acolhimento”, complementou a desembargadora Eva Evangelista, titular da Coordenadoria Estadual da Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar.

G1

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