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Posto de combustível de Rio Branco é denunciado por possível vazamento em galeria subterrânea

Equipe de telefonia fazia manutenção dos cabos próximo à galeria e sentiu forte cheiro de combustível. Equipe do Procon-AC foi até o local para fazer medição dos tanques e averiguar denúncia.

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Um posto de combustível que fica no Segundo Distrito de Rio Branco foi denunciado à Agência Nacional do Petróleo (ANP) sobre um possível vazamento de produto em uma galeria subterrânea. Trabalhadores de uma equipe de telefonia faziam reparo de um cabeamento de internet próximo ao local, sentiu o forte odor de combustível e acionou a ANP.

A agência solicitou que uma equipe do Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor no Acre (Procon-AC) fosse até o local e verificasse a situação. No estabelecimento, a equipe do instituto pediu aos responsáveis notas fiscais e Livro de Movimentação de Combustível (LMC) dos últimos dois meses para saber se há diferença do combustível comprado e o que tinha no estoque.

Foi feita também uma medição dos tanques e verificação dos bicos das bombas. “A empresa de telefonia de um cabo de internet ali próximo e a equipe para fazer a manutenção precisa fazer reparo em alguns equipamentos que soltam faíscas. Sentiram um cheiro muito forte na galeria subterrânea que passa ali ao lado da BR. Não puderam fazer o serviço com medo de alguma explosão e acionaram a ANP”, destacou o chefe da fiscalização do Procon-AC, Rommel Queiroz.

O fiscal acrescentou que há dois postos de combustível perto do local indicado. Segundo ele, não foi preciso identificar de onde vem o possível vazamento. Tínhamos ordem para que esse posto fosse fiscalizado. Fomos in loco e tinha uma equipe de telefonia no local fazendo manutenção e constatamos que, possivelmente, tenha um vazamento ali na galeria, mas não temos como saber de onde é”, complementou.

Queiroz disse que a documentação cedida pela administração do estabelecimento também será analisada pelo Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no Acre.

“Os órgãos ambientais podem fazer isso com mais competência do que a gente e a ANP. A gente foi mais um paliativo e como é um risco que pode ter algum risco de explosão fomos acionados primeiro”, concluiu.

Por G1

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Redação Juruá Online

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