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Polícia do AC intima três pessoas para depor sobre jovem morto a pauladas após briga em festa

Adevilson Henrique de Souza foi morto com vários golpes de ripa na cabeça e pescoço no domingo (27) em Rio Branco. Suspeitos seriam pai e filho.

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A Polícia Civil investiga a morte do jovem Adevilson Henrique de Souza, de 24 anos, no último domingo (27), durante uma briga, no Ramal da Asderacre, bairro Floresta, em Rio Branco.

Souza foi morto com vários golpes de ripa na região da cabeça e pescoço após uma discussão durante festa em um clube na capital. O inquérito está em andamento na Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP).

Segundo o delegado responsável pelo caso, Cristiano Bastos, os policiais fizeram os primeiros levantamentos no local do crime e intimaram três pessoas para prestarem depoimentos, entre elas, familiares da vítima e pessoas que estavam no clube no momento dos fatos. As oitivas devem iniciar ainda nesta semana.

“Estamos realizando as diligências para localizar familiares e testemunhas que também estão sendo intimadas. Temos três pessoas para serem ouvidas no momento. Pelo que foi levantado até agora, foi um desentendimento ocorrido nesse local, mas o que motivou esse desentendimento, a gente ainda precisa avançar, para identificar o que, de fato, motivou esse crime”, disse o delegado.

Suspeitos seriam pai e filho

Informações registradas no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) apontam que populares acionaram a polícia depois que dois homens, que seriam pai e filho, agrediram com vários golpes de madeira o rapaz, que ficou caído no chão desacordado.

Quando os militares chegaram no local, isolaram a área e também logo em seguida uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) se fez presente, mas apenas pode constatar que Souza estava sem vida.

Sobre os suspeitos serem pai e filho, o delegado disse que há essa informação. “É uma informação preliminar e ainda temos que formalmente confirmar. Os autores ainda não foram identificados. Estou no aguardo também do relatório dos investigadores a respeito da vida pregressa da vítima e dos laudos periciais.”

Via-G1

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Redação Juruá Online

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