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Paralimpíadas: Com duas vitórias no atletismo, Brasil chega a 99 ouros na história

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Na manhã desta segunda-feira (30) no lançamento de disco da Classe F53 Elizabeth Gomes entrou para a história dos Jogos Paralímpicos e conquistou, além da medalha de ouro, o novo recorde mundial da modalidade. Ela registrou a marca de 17,62 metros, superando os 16,89 metros que ela mesma havia marcado no Mundial de 2019.

Como acontece em todas as provas de lançamento de disco disputadas por atletas com pouca mobilidade, o competidor fica preso a uma cadeira enquanto faz seis arremessos seguidos. Depois que acaba, vem o próximo e assim por diante. A brasileira foi a 9.ª e última a entrar na briga, já sabendo o que precisava fazer para conquistar a medalha de ouro.

E teve disputa até a brasileira entrar na competição. Logo de cara, a ucraniana Zoia Ovsii cravou 14,37 m e bateu recorde paralímpico da Classe F51. A seguir, a iraniana Elnaz Darabian bateu o recorde asiático da F53 com 12,49 m. Outra ucraniana, Iana Lebiedieva, foi a sexta a competir e derrubou outra marca paralímpica, da F53: 15,48 m – a prova reuniu atletas das classes F51, F52 e F53.

Elizabeth Gomes se emociona ao conquistar o ouro e bater o recorde mundial no lançamento de disco da Classe F53
Elizabeth Gomes se emociona ao conquistar o ouro e bater o recorde mundial no lançamento de disco da Classe F53 / Joel Marklund – 30.ago.2021/OIS via AP

Mas quando Beth Gomes foi para a área de lançamento, logo acabaram as chances das adversárias. Isso porque ela superou todas as competidoras e garantiu o ouro logo no primeiro lançamento, com a marca de 15,68m, recorde paralímpico na classe dela.

Foi pouco para a brasileira e ela elevou a marca na segunda tentativa: 16,35 m. Queimou a terceira e a quarta e, na quinta, lançou o disco a impressionantes 17,33 m. Ali, já caiu no choro. Mas Beth ainda queria mais e na última tentativa mandou o disco a impressionantes 17,62 metros.

A história de Elizabeth Gomes com os Jogos Paralímpicos começou há 13 anos em Pequim-2008. Lá, ela defendeu a seleção brasileira de basquete em cadeira de rodas. Depois, trocou de esporte, tinha chance de disputar a Rio-2016, mas a prova dela não aconteceu.

No ciclo para Tóquio, colecionou recordes mundiais e foi campeã do mundo em 2019. Faltava, no entanto, a medalha de ouro da Paralimpíada. Não falta mais.

Via-CNN

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Redação Juruá Online

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