18 de maio de 2022   |   17:54  |  

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Paciente acreano com cirrose hepática, recebe fígado do Tocantins para transplante

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Valdecio Gomes, de 41 anos, foi submetido a um transplante de fígado nessa quinta-feira (7). O órgão foi trazido de Tocantins (TO) para o Acre em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB).

“Convivo com a cirrose hepática desde 1996 e não foi fácil chegar até aqui pois a doença abala a mente”, relata.

As equipes desembarcaram no estado acreano por volta das 14h e o órgão foi levado direto para a Fundação Hospitalar do Acre (Fundhacre), em Rio Branco, onde o paciente aguarda desde quarta (6) internado.

Ao todo, 30 profissionais envolvidos foram mobilizados para o procedimento. A preparação para o transplante do fígado iniciou às 13h e deve terminar às 18h desta quinta.

“No decorrer dos anos passei por algumas crises, sempre acompanhado por minha companheira incansável. Tive pessoas maravilhosas que me ajudaram até aqui, sobretudo na Fundhacre”, destacou Gomes.

Fígado chegou ao Acre em um avião da FAB  — Foto: Arquivo/Secom

Fígado chegou ao Acre em um avião da FAB — Foto: Arquivo/Secom

Transplantes

Após quase dois anos, a Fundhacre voltou a fazer transplante de fígado em parceria com o programa de transplantes da unidade. O procedimento estava suspenso desde meados de 2020.

Cerca de 15 pacientes aptos para o procedimento aguardam na fila por um um doador compatível. Outros 400 pacientes portadores de hepatopatia crônica atendidos no ambulatório do Transplante Hepático do Acre têm indicação de transplante hepático.

Procedimento foi realizado na Fundhacre nesta quinta (7) — Foto: Arquivo/Secom

Procedimento foi realizado na Fundhacre nesta quinta (7) — Foto: Arquivo/Secom

Sobre o primeiro transplante do ano, o presidente da Fundhacre, João Paulo Silva, destacou a importância do momento para a saúde estadual. Segundo ele, toda mobilização e logística para o procedimento mostra a força do Sistema Único de Saúde (SUS).

“É um momento grandioso que impacta o poder da vida humana. Hoje estamos realizando o primeiro transplante pós-pandemia, que foi um momento difícil que vivenciamos e hoje o Estado abre com chave de ouro esse momento de dar a vida ao ser humano”, acrescentou.

Com informações do G1.

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