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Operação conjunta da Polícia Civil e da Polícia Militar na capital apreende um fuzil 7,62 mm e prende 4 pessoas

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No início da noite dessa sexta-feira, dia 01 de outubro, a Polícia Civil, em atividade conjunta com guarnições do 1º e 2º BPM, prendeu em flagrante 4 (quatro) integrantes de organização criminosa que estavam utilizando um fuzil cal 7,62 mm para cometer crimes.

A operação ocorreu após a investigação de um dos suspeitos, que mora na região do 2º Distrito, sendo este um dos possuidores da arma de fogo de grosso calibre. As diligências apontaram que ele utilizava a arma de fogo para cometer crimes patrimoniais (roubos e extorsões) e também para intimidar integrantes de facções rivais.

Todos os quatro alvos são tidos como líderes da facção em que fazem parte.

Após a realização de diversas diligências, a equipe de investigação da 2ª Delegacia Regional de Polícia Civil conseguiu constatar que os suspeitos transitavam com este fuzil no Bairro Plácido de Castro, na baixada da Sobral.

Diante dos dados, foi criada uma força-tarefa entre policiais da 2ª Delegacia Regional de Polícia Civil e do 1º e 2º Batalhões de Polícia Militar para comparecerem no local com o objetivo de identificar e prender os suspeitos, o que foi um sucesso.

Após a operação, os flagranteados foram conduzidos à DEFLA para o início dos procedimentos de praxe. Ao todo 4 (quatro) pessoas foram presas e um fuzil cal. 7,62 com 3 munições foram apreendidas. Os flagranteados responderão pela conduta tipificada no art. 16, da Lei 10.826/03 e poderão pegar até 6 anos de prisão.

De acordo com estudos balísticos, o raio de letalidade de um fuzil de calibre 7.62 é de 2.500 metros. No entanto, o alcance do projétil pode chegar a até 5 km. Portanto, trata-se de uma arma com altíssimo poder letal, capaz até de perfurar coletes balísticos com facilidade.

O Delegado de Polícia, Lucas Pereira, disse: “Graças ao trabalho investigativo da polícia civil, nós conseguimos apreender uma arma perigosíssima, a qual estava nas mãos de pessoas com elevado grau de periculosidade. São líderes da facção a que pertencem e causam terror diariamente à sociedade. Segregar esses indivíduos e um ponto muito positivo para nós que buscamos sempre a paz social e o fim da impunidade. A equipe da 2ª DRPC agora trabalha para localizar outros envolvidos com os fatos”, finalizou o Delegado Lucas.

Com informações da Ascom/Polícia Civil do Acre

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Redação Juruá Online

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