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Número de queimadas no Acre em agosto é o segundo maior para o mês em 11 anos

Dados são do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), comparando os números de 2011 a 2021.

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O mês de agosto encerrou com o registro de 3.185 focos de queimadas, conforme dados do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que tornaram o mês passado no segundo pior agosto em 11 anos.

Com esses números, os dados de agosto, comparando desde 2011, só ficou atrás de 2020, quando foram registrados mais de 3,5 mil focos. Além disso, os maiores focos estão registrados nos últimos três anos conforme os dados, sendo que 2019 teve mais de 3 mil focos e o recorde em 2020, com mais de 3,5 mil.

No acumulado de 2021, entre 1º de janeiro a 31 de agosto, foram mais de 3,7 mil focos, conforme os dados que são divulgados diariamente.

A chegada do período de estiagem costuma castigar o estado, principalmente nos meses de agosto e setembro. Conforme o Inpe, o Acre é o sétimo em números de focos de queimadas, entre os estados da Amazônia Legal – que tem 55.612 focos – no acumulado deste ano.

Em julho deste, o Acre foi incluído no Plano Estratégico para o Combate a Incêndios Florestais do Ministério da Justiça e Segurança Pública, que ocorre por meio da operação “Guardiões do Bioma”, e ocorre conforme a necessidade e a demanda dos estados, entre os meses de agosto e novembro.

Número de queimadas no Acre em agosto é o segundo maior para o mês em 11 anos — Foto: Arquivo/Corpo de Bombeiros do Acre

Número de queimadas no Acre em agosto é o segundo maior para o mês em 11 anos — Foto: Arquivo/Corpo de Bombeiros do Acre

No interior

Os municípios de Feijó e Tarauacá concentram os maiores números de focos com 1.048 e 694 respectivamente. Em Rio Branco, foram 2020 focos, conforme os dados, no acumulado de 2021.

Já Feijó, Tarauacá, Bujari, Acrelândia, Cruzeiro do Sul e Rodrigues Alves registraram o maior número de focos por km² em seu território, ou seja, maior densidade de ocorrência em relação aos demais municípios. E são prioritários para monitoramento e ações de combate e controle de queimadas e incêndios florestais, caso o cenário indique aumento dessa tendência.

Por G1

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Redação Juruá Online

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