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Número de pais de família do Acre procurando emprego há mais de cinco meses não para de crescer

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A pandemia veio aprofundar o quadro de desestruturação do mercado de trabalho que já era grave.A comparação do 1º trimestre de 2021 com o 1º de 2020, antes do início da pandemia, indica que o mercado de trabalho ainda está longe de dar sinais de recuperação. No Acre, apesar do mercado estar contratando mais, o desemprego ainda assusta milhares de famílias.

Os desocupados procurando emprego há mais de cinco meses, por exemplo, saltaram de 54,4% em 2020 para 66,3% da população economicamente ativa até junho de 2021. Os dados são do Departamento Intersindical de Estudos e Estatísticas (Dieese), que mostram ainda a taxa de desocupação mais o desalento dos chefes de famílias era de 17,9% da população mas subiu 3% em 2021, chegando a 18,2%.

O Dieese usa os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografi­a e Estatística (PnadC/IBGE), para o período.

Em nível nacional, esses dados mostraram: queda de 6,6 milhões no contingente de ocupados; aumento do total de desempregados de 12,9 milhões para 14,8 milhões. O número de pessoas fora da força de trabalho atingiu 9,2 milhões de pessoas a mais do que no 1º trimestre de 2020.

A taxa que combina desocupados e desalentados (pessoas que desistiram de procurar trabalho) passou de 16,0%, no primeiro trimestre de 2020, para 19,5%, no mesmo período de 2021. E o dado mais preocupante é que, entre os chefes de família, essa mesma taxa combinada de desocupação com desalento correspondeu a 11,2%, em 2020, e a 13,4%, em 2021, o que indica maior número de famílias em situação de vulnerabilidade.

Ainda, entre os desempregados, a proporção daqueles que procuraram trabalho há mais de 5 meses aumentou de 49,6% para 61,3%.

Os rendimentos médios do trabalho, calculados por hora, ­ficaram estáveis – R$ 15,13 no 1º trimestre de 2020 e R$ 15,41, no mesmo período de 2021, porém o dado não permite comemoração, uma vez que os que ganhavam menos foram os que mais sofreram com a pandemia, perdendo emprego e renda. Assim, os que tinham maiores rendimentos permaneceram em casa, trabalhando, o que manteve a média no mesmo patamar de 2020.

No Acre, seguindo a tendência nacional, o rendimento médio saiu de R$12,57 por hora para R$12,82/h em 2021.

Via – Ac 24 Horas

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Redação Juruá Online

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