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Novo surto de Covid-19 na China preocupa especialistas

O novo surto de Covid-19 na China acompanha uma onda de infecções em decorrência da variante delta, mais letal e transmissível que as outras.

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Em primeiro lugar, o novo surto de Covid-19 na China teve documentação a partir de um aviso no site do Ministério do Comércio. Nesse sentido, a publicação na segunda-feira, dia primeiro de novembro, solicitou que as famílias armazenassem produtos de necessidade diária. Além disso, ressaltou que isso fosse feito “conforme necessário para a tender a vida cotidiana e emergências”.

Sendo assim, se trata de uma nova mudança governamental com medidas mais rígidas para conter o novo surto de Covid-19 no país. Entretanto, especialistas preveem que a nova onda é a maior desde a detecção da doença pela primeira vez em 2019. Sobretudo, as ações no país tem sido insuficientes para conter a disseminação da variante delta no país.

Mais especificamente, estima-se haver mais de 600 casos de transmissão local em 19 das 31 províncias chinesas nesse novo surto. Ademais, nas 24 horas dos primeiros dias de novembro, a Comissão Nacional de Saúde da China confirmou mais 93 casos locais. Porém, dessa vez de províncias diferentes das que se tinha registro.

Além disso, a nota do Ministério do Comércio alertou os cidadãos com uma série de recomendações. No geral, são medidas de fornecimento de suprimentos durante o rigoroso inverno no país. Por outro lado, medidas de lockdown pontuais e intensificação do distanciamento social surgem para prevenir agravamento do quadro no país.

Sobretudo, a política de tolerância mínima diante do novo surto tem duplo sentido. Após o surgimento da enfermidade no mundo, com Wuhan sendo o berço do vírus, o país sofreu ataques e reprimendas em nível social e econômico. Em outras palavras, a economia sofreu danos, assim como a cultura por conta da intensificação da xenofobia.

Novo surto de Covid-19 na China preocupa especialistas

Novo surto de Covid-19 na China e a situação atual do país

A princípio, dados recentes mostraram que o novo surto de Covid-19 na China indicam o maior número diário de casos desde julho de 2020. Apesar disso, o governo local adotou medidas excepcionais para frear esse avanço estrondoso. Como exemplo, pode-se citar a vacinação gratuita de toda a população, assim como a testagem em massa.

Apesar disso, o Ministério do Comércio na China não abordou uma escassez de alimentos. Ademais, não houve referência ao novo surto de Covid-19 interromper as cadeias de abastecimento ou causar falta de alimentos. Nesse momento os órgãos governamentais agem a favor da prevenção e contenção.

Sendo assim, a média móvel de 7 dias apresentou aumento em novos casos, o que indica um agravamento da situação. Consequentemente, o governo da China decidiu estabelecer restrições, principalmente no caso de viagens. Portanto, diversas fronteiras estão fechadas, impedindo o fluxo para não espalhar o novo surto de Covid-19 na China pelo mundo.

Curiosamente, os novos casos da variante delta envolve pessoas que visitaram área turísticas por meio do sistema ferroviário. Contudo, as autoridades têm ações específicas nesses modais, interrompendo a venda de passagens de trem em regiões diversas. Em especial, essa medida surgiu em Peguim, com 23 regiões sem venda de passagens.

Em resumo, essas medidas surgiram após a elevação para 38 casos de contágio com confirmação em Pequim desde o início do novo surto. Ainda que seja uma quantia pequena em relação aos 21,54 milhões de moram na capital, deve-se levar em consideração que se trata da variante delta. Ou seja, uma variante com alto nível de transmissão e letalidade.

Novo surto de Covid-19 na China preocupa especialistas

O que isso significa?

Nesse sentido, o país busca conter ao máximo que esse novo surto chegue a outros países, mas também que prejudique a economia interna. Desse modo, ainda que hajam números de infecções relativamente baixos, as medidas severas parte de uma estratégia de governo. Por outro lado, também entram em vigor antes da data de abertura das Olimpíadas de Inverno de Pequim.

Em resumo, o evento começa no dia 4 de fevereiro, com acontecimento ao longo do mês. Mais ainda, essas medidas extras e rígidas servem para proteger a população no período que antecede o ano novo chinês, com comemoração em 12 de fevereiro. Porque ambas datas são importantes para a economia, cultura e a própria sociedade, o governo local se preocupa em conter o novo surto.

Sendo assim, a suspensão de viagens internacionais e interprovinciais, o aumento no número de testes, o adiamento de pequenos eventos são exemplos dessa política. Ademais, a própria solicitação para que cidadãos estoquem alimentos parte de um plano para contenção, e não necessariamente de um novo surto como aconteceu em março de 2019.

Curiosamente, e para fins de maior compreensão, a Disneylândia em Xangai teve fechamento temporário após a confirmação de um único caso de coronavírus. Logo em seguida, 38 mil pessoas passaram por testes, incluindo visitantes e funcionários. Portanto, há um nível ímpar de comprometimento quanto às exigências de prevenção e controle diante dessa nova onda.

Via – Segredos do mundo

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Redação Juruá Online

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