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Neblina e fumaça tóxica tomam o céu da capital da Índia: “um pesadelo”

Queda na temperatura e na velocidade dos ventos, e um aumento na queima de restos de colheita em fazendas das redondezas foi responsável pela chamada 'smog'.

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A qualidade do ar de Nova Délhi voltou a despencar nesta sexta-feira (12), e uma névoa espessa formada por neblina e fumaça tóxica se instaurou sobre a capital da Índia.

Queda na temperatura e na velocidade dos ventos, e um aumento na queima de restos de colheita em fazendas das redondezas foi responsável pela chamada smog – junção de smoke (fumaça) com fog (neblina).

A névoa reduziu a visibilidade e o Índice de Qualidade do Ar chegou a 461 em uma escala de 500, de acordo com o conselho de controle de poluição federal.

Esse nível de poluição significa que o ar pode afetar pessoas saudáveis e têm forte impacto naquelas portadoras de doenças preexistentes.

Mulher cruza linha do trem em Nova Délhi em meio a poluição em 12 de novembro de 2021 — Foto: Anushree Fadnavis/Reuters

Mulher cruza linha do trem em Nova Délhi em meio a poluição em 12 de novembro de 2021 — Foto: Anushree Fadnavis/Reuters

Perigosa concentração poluentes

A concentração de material particulado venenoso, chamado PM2.5, atingiu uma média de 329 microgramas por metro cúbico de ar.

O governo indiano aconselha no máximo a presença de 60 microgramas por metro cúbico de ar em um período de 24 horas como uma medição “segura” de PM2.5.

O PM2.5 é pequeno o suficiente para penetrar nos pulmões e entrar na corrente sanguínea, e pode causar doenças respiratórias graves, incluindo câncer de pulmão.

Pessoas entram em ônibus em Nova Délhi em meio a nuvem de poluição em 12 de novembro de 2021 — Foto: Reprodução/Reuters

Pessoas entram em ônibus em Nova Délhi em meio a nuvem de poluição em 12 de novembro de 2021 — Foto: Reprodução/Reuters

“Isto está se tornando um pesadelo”, disse Gufran Beig, diretor de projeto fundador de qualidade do ar e monitoramento meteorológico Safar, subordinado ao Ministério das Ciências da Terra.

“A contagem de incêndios está na faixa dos três mil a cinco mil, e não está caindo”, disse Beig à Reuters, referindo-se à queima de restos de colheita nas regiões do entorno da capital.

Ele disse que as atuais condições severas podem se amenizar no sábado, mas que a qualidade do ar continuará “muito ruim” até 17 de novembro.

Por Reuters

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Redação Juruá Online

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