7 de agosto de 2022   |   13:43  |  

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Ministério Público do Acre reativa força-tarefa para o combate às queimadas e aos desmatamentos ilegais

O grupo instituído tem como propósito acompanhar, fiscalizar e implementar ações visando a defesa e a proteção do meio ambiente, a fim de evitar as queimadas e os desmatamentos ilegais.

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) promoveu nesta sexta-feira (15), a reativação da força-tarefa para o combate às queimadas e aos desmatamentos ilegais no estado. O evento abriu a programação alusiva aos 59 anos do MP acreano e contou com a presença de membros, servidores e representantes do Poder Executivo é Poder Judiciário.

A reativação foi oficializada pelo procurador-geral de Justiça Danilo Lovisaro do Nascimento. O grupo instituído tem como propósito acompanhar, fiscalizar e implementar ações visando a defesa e a proteção do meio ambiente, a fim de evitar as queimadas e os desmatamentos ilegais.

“O problema das queimadas é sempre muito grave todos os anos. A ideia da força-tarefa é reunir os órgãos de fiscalização, numa estratégia para tentar combater e prevenir as queimadas. Agradeço a todos os presentes por estarem conosco unidos com o mesmo propósito, que é o propósito de uma vida melhor, com o meio ambiente seguro, sadio, sustentável, um meio ambiente em que todos nós, seres humanos, possamos viver de forma digna ”, afirmou.

A força-tarefa será coordenada pelo Centro de Apoio Operacional Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente, Patrimônio Histórico e Cultural e Habitação e Urbanismo (Caop-Maphu) é integrada por membros do MPAC que atuam com atribuições na tutela do meio ambiente. “Essa força-tarefa visa unir a força dos órgãos estaduais que fazem o combate à queimadas urbanas e rurais”, disse o coordenador do Caop-Maphu, procurador de Justiça Getúlio Barbosa de Andrade.

A governadora em exercício, desembargadora Waldirene Cordeiro, ressaltou a importância dos órgãos atuarem de modo a evitar queimadas, por meio da educação ambiental. “Estamos vivendo um momento em que devemos desenvolver uma ampla divulgação de que queimadas não traz nenhum resultado positivo, esse é um trabalho árduo que deve ter a participação de todos”, disse.

Também estiveram presentes o corregedor-geral Álvaro Luiz Araújo Pereira, a presidente da Associação dos membros do MPAC (AMPAC), promotora de Justiça Meri Cristina Amaral, o titular da 1ª Promotoria Especializada de Defesa do Meio Ambiente da Bacia Hidrográfica do Baixo Acre, Luis Henrique Rolim, o juiz de Direito, Daniel cordeiro, o procurador-geral adjunto do estado, Leonardo Cesário e representante do Corpo de Bombeiros do Acre, coronel Fontes.

Palestras ministradas

Na ocasião, foram realizadas ainda palestras ministradas pela procuradora-geral adjunta para Assuntos Administrativos, Rita de Cássia Nogueira, pela coordenadora do Núcleo de Apoio Técnico (Nat), promotora de Justiça Marcela Ozório, e pelas representantes do Núcleo de Determinantes Ambientais da Secretaria Estadual de Saúde do Acre (Sesacre), Regina Cláudia e Tania Bonfim.

Foram discutidos nas palestras pontos como a relação de doenças respiratórias com o aumento da poluição do ar, a atuação do NAT no que se refere à força operacional visando à proteção ambiental, bem como as ações da força-tarefa no combate às queimadas e aos desmatamentos ilegais.

Via Agencia de Notícias do MP-AC

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