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Mesmo sob protesto de camelôs, Prefeitura não vai voltar atrás: ‘Decisão tomada’

"Não vamos permitir que nenhum estabelecimento fixo seja colocado ali", concluiu o chefe de gabinete

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Após o protesto realizado por um grupo de camelôs no centro de Rio Branco, responsável pela paralização do trânsito na Avenida Ceará, na manhã desta segunda-feira (17), a Prefeitura Municipal de Rio Branco (PMRB) afirmou que não voltará atrás sobre a decisão tomada a respeito da proibição de barracas no Calçadão da Benjamin Constant.

Nossa reportagem entrou em contato com o chefe do Gabinete Militar da PMRB, Coronel Ezequiel de Oliveira Bino, que disse que prefeitura não enviará nenhum representante para conversar com os manifestantes, já que os acordos feitos entre o executivo e a comissão dos empreendedores já são suficientes.

Protesto ocorre na Avenida Ceará, em Rio Branco/Foto: Leandro Chaves/ContilNet

“Desde que assumimos nós estamos dialogando com a comissão. A decisão já está tomada e isso já vem sendo dito há muito tempo. Já existe um espaço para que essas pessoas montem seus estabelecimentos, que é o Aquiry Shopping”, comentou.

Sobre os comerciantes que não foram beneficiados com lojas no mais novo centro comercial, inaugurado em dezembro de 2020, a prefeitura afirmou que um estudo está sendo feito para resolver a situação em até 30 dias.

“Nós temos uma minoria ali que sabe que a decisão da prefeitura está correta. Não tem como funcionar barracas ali em frente à uma escola”, continuou o chefe de gabinete.

Remoção das barracas foi feita na noite do último sábado (15)/Foto: Ithamar Souza

Bino afirmou ainda que os ambulantes de mão não estão proibidos de vender no calçadão, mas não é permitido que barracas e mesas fixas sejam instaladas no local, que terá uma rua para passagem de carros emergenciais, futuramente, depois de executado o projeto de infraestrutura.

“Os ambulantes de mão que transitam com seus produtos não estão impedidos de vender no local, desde que transitem”, explicou.

O coronel finalizou a entrevista dizendo que a fiscalização será intensificada para que nenhuma barraca seja construída no espaço.

“Não vamos permitir que nenhum estabelecimento fixo seja colocado ali”, concluiu.

Via-Contilnet

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Redação Juruá Online

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