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Menino morre após ser picado por escorpião em Pires do Rio, diz Vigilância Sanitária

Garoto tinha 4 anos e teve uma série de paradas cardíacas durante atendimento médico. Saúde suspeita de reação alérgica grave causada pelo aracnídeo.

Um menino de 4 anos de idade morreu após ser picado por um escorpião em casa, segundo a Vigilância Sanitária de Pires do Rio, no sudeste de Goiás. De acordo com o órgão, a reação à picada causou uma série de paradas cardíacas durante o atendimento médico, até que Davi Lucca Ferreira Borges não resistiu.

O acidente aconteceu no sábado (17). Renata Ferreira Cardoso, de 28 anos, mãe do menino, disse que ele acordou de madrugada com episódios de vômitos e reclamava de dor de cabeça.

“Ele vomitava sem parar, tipo uma secreção com espuma. Ele foi medicado e voltou para casa. Em casa, ele dormiu, mas estava muito gelado e delirando, falando coisas sem nexo. Então, voltamos para o hospital e o quadro se agravou”, contou a mãe.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Davi Lucca “foi admitido no pronto-socorro, choroso, vomitando e com hiperglicemia”. Durante o atendimento, o menino teve três paradas cardíacas que foram revertidas pela equipe médica.

A SMS também detalhou que, por causa do estado do paciente, ele foi transferido via UTI móvel ao Hospital de Doenças Tropicais (HDT), em Goiânia, e internado em Unidade de Terapia Intensiva, mas que nos dez minutos seguintes teve outra parada cardíaca e não resistiu.

Davi Ferreira morreu em hospital de Goiânia — Foto: Renata Ferreira/Arquivo Pessoal

Davi Ferreira morreu em hospital de Goiânia — Foto: Renata Ferreira/Arquivo Pessoal

A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa do HDT por mensagem e e-mail às 13h10 deste domingo (18). Segundo a equipe, as informações solicitadas pela reportagem sobre o atendimento ao paciente e o quadro dele serão verificadas na segunda-feira (19), quando será possível dar um retorno sobre o caso.

A SMS de Pires do Rio informou ainda que “a hipótese diagnóstica é choque anafilático”, que é uma reação alérgica grave, e que “o corpo foi encaminhado ao IML para investigação”.

A reportagem também entrou em contato com a Polícia Técnico-Científica, por mensagem, às 13h, para saber sobre os exames feitos no corpo da criança no Instituto Médico Legal (IML) e aguarda retorno.

G1 GOIÁS

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Redação Juruá Online

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