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Médico boliviano acusado de assédio sexual nega denúncia: “vítima de tentativa de extorsão”

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À reportagem do ac24horas conversou com exclusividade com o cirurgião plástico boliviano Carlos Lino, acusado por uma paciente acreana de assédio sexual. Em um boletim de ocorrências registrado na Delegacia de Flagrantes na última quinta-feira, 11, a dentista Fabiana Morais de Aguiar, de 30 anos, acusa o profissional de a ter assediado mais de uma vez durante os procedimentos para uma cirurgia de prótese de silicone, inclusive afirmando que Lino teria a abraçado enquanto estava nua, que no momento percebeu que o mesmo estava excitado e que depois, ao colocar seu órgão sexual para fora da calça, teria tentando que a mesma o fizesse sexo oral.

Carlos Lino negou todas as acusações que estão sendo feitas. O médico ressaltou que já passaram pelo seu atendimento mais de 30 mil pacientes. “Eu sou formado em São Paulo há mais de 40 anos e nunca tive nenhuma denúncia de nenhum tipo, sempre trabalhando de forma honesta. Aí de Rio Branco já devo ter operado umas 500 pacientes nos últimos 15 anos”, diz Lino.

O cirurgião plástico desmente as denúncias que constam no boletim de ocorrência feito pela suposta vítima. “Essa senhora fez uma denúncia infame, sem levar em contar que tenho muitos WhatsApp enviados por ela. Em todas as consultas, havia uma outra pessoa, amiga dela. Apenas no momento da cirurgia essa pessoa não estava presente. Dar às mãos em uma simples despedida é assédio sexual? Ela me pediu que eu colocasse botox, eu disse que custava R$ 3 mil. Contou que não tinha dinheiro, mas que podia mandar depois de onde morava e eu afirmei que isso não seria possível”, afirma.

O médico boliviano, ao contrário do que consta no boletim de ocorrências, afirma que não pediu para visitá-la onde a acreana estava hospedada, mas que foi convidado para ir ao local. “Ela me pediu para ir visitá-la na sua casa onde estava hospedada por telefone e WhatsApp. Durante a visita voltou a dizer que queria o botox e eu afirmei que não seria possível até por conta de uma greve que estava tendo aqui. Pediu que eu voltasse no domingo em sua casa, eu não fui e pediu de novo para eu ir na segunda para a despedida. Eu estive lá, ela me agradeceu e isso sempre na presença de outra pessoa”, conta.

Carlos Lino diz que foi vítima de chantagem por parte do marido da suposta vítima, que teria entrado em contato com o objetivo de extorqui-lo. “Se ela sofreu abuso sexual estando lúcida porque não contou nada à ninguém? Não contou porque não aconteceu nada. Depois, seu marido me telefona e manda WhatsApp com fim de extorsão e chantagem, que se não pagasse iam me denunciar. Eu tenho sobrinhos senadores e deputados no meu país, já entrei em contato com eles, vou contratar um advogado, já que o único interesse é extorsão, chantagem e prejudicar minha imagem profissional”, diz o médico.

Via – Ac 24 Horas

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Redação Juruá Online

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