14 de agosto de 2022   |   04:41  |  

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Manutenção da BR-364 entre Cruzeiro do Sul e Rio Branco apresenta melhoras em alguns trechos, mas buracos ainda preocupam motoristas

De Feijó para Manoel Urbano, há melhoras na manutenção da estrada, refletida na nova marcação de massa asfáltica na pista, indicando que o serviço de tapa buracos passou pelo trecho.

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Redação Juruá Online

O primeiro trecho de Cruzeiro do Sul até Tarauacá é considerado o melhor, apesar de apresentar buracos em algumas partes. Desvios em locais de erosão permanecem no improviso há muitos anos e veículos pesados passam um por vez.

Segundo os motoristas, o menor trecho entre Tarauacá e Feijó permanecia crítico há semanas atrás, até um trabalho de tapa buracos ser realizado. Mas, a preocupação maior é no período chuvoso, pois é usado somente argila para tapar os buracos em alguns trechos da estrada. Mesmo assim, o motorista de ônibus, Reginaldo Falcão acredita as condições de trafegabilidade estão bem melhores. “Deu uma melhorada, chegamos cedo em Feijó”, disse.

Nas modestas rodoviárias de Tarauacá e Feijó, o movimento de passageiros é mais intenso, pois quase não existe transporte aéreo até Rio Branco. Os banheiros são trancados e não e permitido o uso pelos passageiros.
De Feijó para Manoel Urbano, há melhoras na manutenção da estrada, refletida na nova marcação de massa asfáltica na pista, indicando que o serviço de tapa buracos passou pelo trecho.

Segundo os motoristas, de Manuel Urbano à Sena Madureira, as condições da estrada também melhoraram, o tempo de viagem está dentro da normalidade. O caminheiro Rosivan viaja toda semana entre Cruzeiro do Sul e Rio Branco, e explicou que a preocupação maior no momento, é entre Sena e Rio Branco. “Já estamos com mais de 2 meses no Verão e a BR continua esburacada. Antes, eram 2h de viagem, agora são 4 devido às péssimas condições”, disse o caminhoneiro.

Outro motorista apela para o poder público e alerta para a fragilidade da manutenção realizada atualmente. “Quando chove não conseguimos trafegar de caminhão, pequenas carretas se atravessam e gostaríamos do apoio do governo federal e Denit”, pontua o motorista.

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