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Mais de 200 processos de erosão são registrados na BR 364: Pouco tempo e recurso permitirão apenas a recuperação dos locais de maior risco este ano

O trecho mais danificado fica entre Feijó e Sena Madureira onde muitos buracos se acumulam, aumentando o risco de acidentes e atrasando ainda mais a viagem para todos os tipos de veículos. Além disso, inúmeras áreas de desbarrancamento tem se formado devido a erosão.

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A cada ano que passa, as condições de pista da BR 364, entre Rio Branco a Cruzeiro do Sul só pioram. O trecho mais danificado fica entre Feijó e Sena Madureira onde muitos buracos se acumulam, aumentando o risco de acidentes e atrasando ainda mais a viagem para todos os tipos de veículos.
Além disso, inúmeras áreas de desbarrancamento tem se formado devido a erosão.

Em contato com a redação do site Juruá Online, o Superintendente do DENIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) no Acre, Carlos Henrique, informou que realmente o trecho de Sena Madureira a Feijó está muito ruim.

Segundo ele, enquanto não for reconstruído e não tiver estrutura vai continuar gerando transtorno a quem precisa dessa estrada.
“Ano passado foi realizado um grande trabalho nesse trecho. Em meados de novembro, a rodovia estava em uma condição bastante confortável, porém com o inverno a estrada ficou danificada, pois não tem estrutura para chuva. Nós não temos recursos para manter uma balança por 24 horas. A nossa é móvel e os transportadores dos mais diversos segmentos abusam no excesso de peso”.

O Superintendente da Regional enfatiza que para realizar algum trabalho de melhoria na BR 364, o solo precisa estar em uma umidade ótima que é a umidade que o solo tem o seu melhor potencial. “Se a gente trabalha com a umidade fora da ótima, não tem como o trabalho ser feito com qualidade. Estamos aguardando o solo melhorar nos próximos dias”.

Carlos Henrique ainda afirma que para que não sejam mais necessários reparos durante o ano na BR 364, o que precisa ser feito é o refazimento das camadas estruturais dos pavimentos e o melhoramento da drenagem. “É preciso uma série de serviços de engenharia para recuperar a rodovia, pois é uma obra bastante cara, com recursos que giram em torno de 1,2 bilhões de Sena Madureira até o Rio liberdade.”

Segundo Carlos Henrique, devido à falta de recursos disponíveis, as situações críticas como cabeceiras de pontes danificadas, erosões e rupturas da plataforma da rodovia, serão utilizados critérios de prioridade, de acordo com os locais que demonstram maior gravidade e risco de acidentes. “Serão recuperados aqueles locais que a gente já está com os projetos prontos e que estão em piores condições. Esses serão feitos esse ano. Mas não vamos ter nem tempo e nem recursos disponíveis suficientes pra fazer todos aqueles processos erosivos que existem e que chegam a mais de 200 ao longo da 364, de Sena Madureira até o Rio Liberdade.

Alguns em estágios iniciais e outros avançando até meia pista. Esses são os mais graves e são esses que a gente vai atacar esse ano. Vamos ainda sinalizar e fazer medidas de contenção nos demais porque a gente não tem recurso suficiente para atacar a todos durante o verão desse ano”, concluiu.

Fotos da 2 visita técnica à BR 364 realizada pela FIEAC e parceiros neste ano

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Redação Juruá Online

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