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Advogado preso na Operação Pratos Limpos vai cumprir prisão domiciliar

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O advogado Cleber de Moraes Moura, assessor jurídico da Secretaria de Educação do Estado, preso na Operação Pratos Limpos, da Polícia Civil nesta sexta-feira (13) vai cumprir prisão domiciliar por falta de sala de estado maior disponível no Batalhão Ambiental e no Bope. A decisão é do juiz Cloves Augusto Cabral Ferreira após pedido da Ordem dos Advogados do Brasil no Acre.

A OAB atuou depois que Cleber Moraes foi conduzido a uma cela no presídio Francisco D’Oliveira Conde, fato que acabou gerando revolta na tarde desta sexta-feira (12) entre advogados que souberam da transferência.

“Por falta de ambiente adequado ao cumprimento da prerrogativa para cumprimento de prisão em sala de estado maior, autorizo o cumprimento da prisão preventiva em domicílio mediante monitoramento eletrônico, devendo o mencionado advogado comparecer ao Iapen para as providências de instalação, até decisão que revogue ou relaxe a medida ora decretada”, diz a decisão do magistrado.

O presidente da OAB/AC, Erick Venâncio, afirmou que a Comissão de Prerrogativas acompanhou o caso desde o início até a transferência do advogado para sua residência.

“A OAB tomou conhecimento do caso. Atuou perante o juiz que por falta de sala de estado maior disponível deferiu a prisão domiciliar. A comissão de prerrogativas acompanhou o advogado o dia inteiro ontem até a sua transferência para casa.”

A operação

A Polícia Civil do Acre cumpriu ordens judiciais com a prisão preventiva de seis pessoas entre agentes públicos e empresários. Além disso, houve a execução de 20 mandados de busca e apreensão. A polícia também conseguiu bloquear R$ 330 mil em contas bancárias dos investigados, para tentar ressarcir os cofres públicos.

Dois servidores e quatro empresários foram presos preventivamente durante a operação. “Duas pessoas foram presas, dois funcionários públicos. Eles tiveram participação direta no que, ao nosso ver, era ilegalidade. Essas duas pessoas são do setor de compras e contratos da secretaria. Outras quatro pessoas participaram do certame de alguma maneira”, explicou o delegado Pedro Rezende, responsável direto pelo inquérito.

Segundo o delegado, a partir de agora a Delegacia de Combate à Corrupção tem 10 dias para encerrar o inquérito policial da investigação.

Via: Notícias da Hora

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Redação Juruá Online

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