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Mãe e bebê com condição rara fazem sucesso nas redes sociais: “Perguntam se pintamos os cabelos”

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Ela, que é mineira, mas mora no Distrito Federal, disse que foi seu marido, José Neto, que a ajudou a perceber a beleza da sua mecha. “Deixei de escondê-la, mas, as manchas na barriga e nas pernas, até hoje, ainda tenho dificuldade de expor. Por isso, sempre uso roupas que as escondem. Elas chamam muito a atenção das pessoas. As perguntas sempre são: ‘É vitiligo?’, ‘É queimadura?’, ‘Você que coloriu o cabelo?’. Isso me incomodava muito. Sofri bullying na escola como ‘pintadinha'”, conta.

Théo, único filho do casal, nasceu há três meses com a mesma condição genética da mãe. Mas, na época, não foi motivo de comemoração. “Eu não imaginava e nem queria que meu filho nascesse com o sinal. Fiquei triste quando vi que ele tinha. Porém, depois de algum tempo, mudou completamente a minha mente em relação a isso. Parece que Deus usou o nascimento dele para me transformar e não conformar: quero que ele entenda, desde cedo, que essa condição diferente não o impedirá de ser feliz e fazer qualquer coisa que sonhar na vida; que ele se perceba lindo, maravilhoso e que sempre esteja com a autoestima elevada”, disse.

Fátima também possui manchas brancas pelo corpo (Foto: Reprodução/Instagram)
Fátima também possui manchas brancas pelo corpo (Foto: Reprodução/Instagram)

Depois de começar a compartilhar suas fotos nas redes sociais, Fátima disse que passou a receber diversas mensagens de apoio. “Foi uma avalanche de mensagens positivas e milhares de elogios. Respondo com carinho àqueles que perguntam sobre o sinal. Tem gente que pergunta, inclusive, se eu pintei o cabelo dele para parecer com o meu, ou vice-versa”, revelou. “No entanto, devido à minha inexperiência, minha conta no Instagram foi hackeada e estou lutando para conseguir recuperá-la”, conta ela, que tinha mais de 110 mil seguidores, mas hoje começou um novo perfil (@fatima.theo.gomes), que tem menos de 10 mil. “Se alguém se propuser a me ajudar, ficarei muito agradecida”, disse.

Via-Revista Crescer

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Redação Juruá Online

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