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Justiça aumenta para mais de 130 anos pena de trio condenado por esquartejar jovem no Acre

Defesa de Arlys Almeida, Adriana Silveira e Emerson Saraiva entrou com recurso após condenação na 1ª Vara do Júri. Já o MP fez o pedido para aumentar a pena dos acusados.

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A Justiça do Acre negou recurso da defesa de Arlys Almeida, Adriana Silveira e Emerson Saraiva e aumentou para mais de 130 anos o tempo de prisão do trio. Eles respondem pela morte de Raimundo Lacerda do Nascimento, que aparece em um vídeo sendo decapitado em maio de 2020, em Rio Branco, mas o corpo nunca foi encontrado.

Um júri popular, que durou cerca de 11 horas, na 1ª Vara do Júri, condenou os réus, inicialmente, a mais de 80 anos em novembro do ano passado. A defesa entrou com recurso contra a decisão e pediu redução da pena, mas o pedido não foi aceito.

Em contraponto, a Câmara Criminal do Tribunal do Justiça acatou um recurso do Ministério Público Estadual (MP-AC) e aumentou a pena dos acusados para 44 anos, 5 meses e 20 dias de prisão em regime inicial fechado.

G1 não conseguiu contato com o defensor público citado no processo.

Vídeo com decapitação foi divulgado na internet — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Vídeo com decapitação foi divulgado na internet — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Corpo não foi achado

Os bombeiros do Acre chegaram a fazer buscas pelo corpo no Rio Acre  na época. Após 30 horas de atividades de mergulho, as equipes suspenderam os trabalhos de buscas, que continuaram através das investigações.

O inquérito foi concluído e remetido à Justiça em julho de 2020.Arlys Almeida e Adriana Silveira e dois adolescentes forma iniciados  por homicídio com várias qualificadoras, entre elas motivo torpe e fútil, meio cruel, entre outras.

Na época da prisão, Emerson Saraiva também foi levado suspeito de envolvimento no crime. Porém, ele não foi indiciado pela morte. A polícia não confirmou se Saraiva teve mesmo envolvimento no crime, mas já no processo ele foi responsabilizado pelo crime.

Corpo esquartejado

O delegado responsável pelas investigações, Martin Hessel, informou na época da conclusão do inquérito que o corpo de Nascimento pode ter sido esquartejado antes de ser jogado no rio, por isso a dificuldade para encontrar.

“Pelo que vi, como eles fizeram é muito difícil encontrar. É tanto que os bombeiros fizeram todo perímetro do local, onde possivelmente tenha sido jogado e nada. Não conseguiram encontrar nada, mesmo utilizando todas as técnicas”, destacou.

Motivação

A divulgação do vídeo mobilizou as forças de Segurança em Rio Branco. As imagens do homem sendo degolado de forma brutal foram gravadas no Segundo Distrito da capital acreana e acabaram viralizando.

Segundo a polícia, as investigações apontam que os criminosos acreditavam que Raimundo do Nascimento pertencia a uma facção criminosa rival. Ele foi atraído, segundo as investigações, para o local do crime por Adriana Silveira.

Via-G1

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Redação Juruá Online

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