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Cotidiano

Sindicato dos Urbanitários faz manifesto contra privatização do DEPASA

O Sindicato dos Urbanitários, que atua na defesa dos direitos dos trabalhadores dos setores de energia, saneamento, meio ambiente e gás, fizeram um manifesto na manhã desta terça-feira (20) na cidade de Cruzeiro do Sul. Segundo Marcelo Juca, que é o atual presidente desse sindicato no estado do Acre, o protesto é uma forma de chamar á atenção da sociedade de dos governantes para a problemática gerada pela privatização de estatais dos setores urbanísticos, e no momento atual a privatização do DEPASA (Departamento Estadual de Água e Saneamento).

 

Juca comenta que a na maioria dos estados brasileiros onde privatizações foram feitas, o valor nas taxas básicas desses serviços aumentaram, e a qualidade do serviço diminuiu, além de um grande percentual dos funcionários terem sido demitidos. "Essa luta vem desde o ano passado, mas agora se intensifica pois foi aprovado o marco regulatório e a privatização do setor de saneamento no estado do Acre está avançado, e o Sindicato dos Urbanitários não vai se calar diante de uma situação como essa", disse.

 

Ele exemplifica que mais de 90% dos funcionários da antiga Eletroacre foram demitidos depois da privatização e que quem sofre mais é a população com o aumento nas taxas e precarização dos serviços. Questionado se o sindicato já procurou os órgãos responsáveis ele falou que, "Já procuramos toda a classe política, o que nós queremos é que seja feito o debate. E aqueles que votaram a favor das privatizações lá em Brasília, que venham esclarecer à população irá melhorar".

 

Juca afirmou ainda que em alguns estados como Amazonas e Tocantins as privatizações não foram positivas e o sindicato pede para que o poder público traga dados de onde essas privatizações deram certo, mostrando para o povo que não haverá prejuízos, principalmente para os mais pobres.

 

Na cidade de Cruzeiro do Sul o sindicato está buscando a prefeitura para que seja esclarecida essas questões que envolvem em especial recursos como a água e energia. "Água é vida, é questão de saúde pública. Peço a população que cobre ao poder público que traga o debate. A privatização da água será de no mínimo de mil por cento", afirmou.

 

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