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    Cotidiano

    Idaf registra primeiro caso de doença na mandioca em produção de Mâncio Lima

    O Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf/AC) confirmou o primeiro registro oficial no mundo, de uma nova praga descoberta no plantio de mandioca em Mâncio Lima (AC). O caso chama a atenção por ser inédito nos estudos científicos, e os pesquisadores e técnicos dos órgãos de produção e agricultura já alertam os produtores sobre o caso. A doença foi identificada como” queima do fio da mandioca”, ela  ataca a parte aérea da planta e causa perdas na produção.

    A doença foi identificada nas localidades rurais Pentecoste, próximo ao Belo Monte e na Terra indígena Poyanawa e adjacências. Mâncio Lima é o maior polo produtor de mandioca do Acre, a doença ataca a parte aérea da planta e causa perdas na produção.Os sintomas da doença são fáceis de identificar: A planta saudável quando atingida fica na fase inicial com as folhas murchas, levemente escurecidas, chegando ao estágio final com folhas queimadas  e penduradas pelo fungo chamado Rhizoctonia Solani AG-1 IA.

    As amostras do fungo e das folhas acometidas foram colhidas e encaminhadas para Embrapa realizar a análise. De acordo com o pesquisar do Idaf, Igor Figueiredo, as pesquisas mostraram que o fungo é agressivo e os danos causados às folhas reduzem a capacidade de fotossíntese vegetal, comprometendo o desenvolvimento das raízes, devido ao esforço da planta para emitir novas folhagens. 

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    O engenheiro alertou os agricultores que toda região deve ficar em alerta, não apenas as áreas atingidas, pois a doença pode se espalhar rapidamente. Caso os produtores percebam algum desses sintomas na planta devem procurar o escritório do Idaf, que irá orientar o tratamento, que pode ser feito à base de um produto adquirido em casas agropecuárias chamado calda bordalesa.

    “Para controlar a Queima-do-fio nos mandiocais do Juruá, os pesquisadores testaram fungicidas à base de cobre, recomendados pela pesquisa para uso em outras culturas susceptíveis ataque do fungo”, relatou.

    Os estudos de diagnose da Queima-do-fio em mandiocais acreanos iniciaram em abril de 2018, a partir de relatos de agricultores que perceberam a morte de um grande número de plantas nos roçados. O trabalho reuniu profissionais do Acre, Goiás e São Paulo.

    O estudo comprou ainda que este mesmo fungo ocorre em outros locais do Brasil em plantações de feijão, café, arroz, batata, soja, milho e seringueira, entre outras, sempre associado à queima e apodrecimento de determinada parte da planta (raízes, folhas e sementes). A sua principal forma de disseminação é pela ação do vento.

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