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    Acre

    Construção do Palácio Rio Branco foi um marco para a construção civil no Acre

    O Palácio Rio Branco é a mais viva e simbólica obra sobre a história do povo do Acre. Sede do governo do estado, o Palácio Rio Branco foi projetado pelo arquiteto alemão, Alberto Massler e inspirado em edificações gregas do período neoclássico. São dois andares: o primeiro piso abriga um museu aberto à visitação pública, com diversas salas temáticas e outros espaços que contam a História do Acre, por meio de objetos históricos, fotografias, vídeos e depoimentos. Já o segundo andar, é reservado às atividades oficiais do governo acreano.

    Acostumados naquela época com as tradicionais edificações em madeira, o Palácio Rio Branco foi considerado uma inovação, ao ser construído todo em alvenaria. A obra, iniciada em 1929, foi inaugurada ainda inacabada em 1930 e concluída totalmente em 1948.

    Entre 1999 e 2002, com seus sérios riscos e falta de manutenção, o Rio Branco foi fechado para uma ampla reforma. Após a revitalização, foi entregue à população e aberto à visitação de moradores e turistas. O tombamento, como Patrimônio Histórico e Cultural do Estado do Acre, veio em 2005. Três anos depois, em 2008, passou a ser, oficialmente, o Museu Palácio Rio Branco, que tem à sua frente o Obelisco dos Heróis da Revolução e a Fonte da Sagração.

    O Palácio Rio Branco, assim como o Mercado Velho, a Catedral Nossa Senhora da Glória e a Passarela Joaquim Macedo ─ todas de grande importância para o turismo ─ são exemplos de edificações públicas que são fiscalizadas pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do estado do Acre (Crea-AC), juntamente com outros órgãos públicos.

    O Crea no Acre tem uma forte atuação na capital e em todos os 22 municípios do estado. Para tanto, conta com um Planejamento Anual de Fiscalização, elaborado pelas Câmaras Especializadas do Conselho. Neste sentido, as ações de fiscalização têm sido reforçadas por meio de parcerias com as prefeituras. A avaliação é que a troca de informações dá mais agilidade e rapidez à fiscalização tanto nas ações preventivas como nos casos de notificações e embargos de obras e serviços.

    Além das operações voltadas para a manutenção preventiva, especialmente, de obras e/ou serviços das áreas de engenharia, agronomia e geociências, uma das prioridades é fiscalizar o exercício ilegal da profissão, sobretudo, nos locais onde a presença dos profissionais de engenharia é indispensável. A convicção do Conselho é que a existência do profissional legalizado, além de conferir maior confiabilidade aos serviços, ajuda a proteger a sociedade e a garantir a segurança da população.

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