11 de agosto de 2022   |   22:17  |  

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“Hora de agir pelas crianças”: Biden defende acesso restrito a armas

Presidente dos Estados Unidos fez duro discurso em que anunciou a proposta de medidas para endurecer a venda de fuzis semiautomáticos.

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O presidente Joe Biden fez mais um duro pronunciamento na noite desta quinta-feira (2/6), em meio aos massacres que afligem os Estados Unidos. O líder norte-americano pediu o endurecimento das regras para a venda de armas de fogo e fuzis semiautomáticos e relembrou as vítimas de Uvalde, Buffalo, Tusla e outros atentados.

Depois dos sucessivos ataques realizados com armas de fogo, Biden pediu que a idade mínima para compra de armas semiautomáticas seja alterada de 18 para 21 anos. Pediu, também, a criação de leis de “bandeira vermelha” para monitorar situações suspeitas

“As armas são autorizadas há 90 anos e continuamos a ser um país livre. Não é sobre tirar liberdades, é proteger crianças, famílias e comunidades. É ir para a escola, igreja, mercado e não ser morto”, argumentou.

O presidente reconheceu a dificuldade de aprovar as medidas necessárias devido ao Parlamento dividido. Ele também fez um apelo para que os donos de armas protejam e tranquem o armamento.

“Pense na menina que precisou espalhar sangue de seus colegas no rosto e fingir que estava morta para sobreviver. Pense em como ela vai andar pelos corredores da escola novamente”, relembrou Biden, ao citar uma das sobreviventes do atentado no Texas.

“É hora de cada um de nós fazer a sua parte, é hora de agir, é hora de agir pelas crianças. Pelas crianças que perdemos, pelas crianças que podemos salvar, pela nação que amamos. Vamos ouvir o chamado dos choros, vamos finalmente fazer alguma coisa”, continuou o presidente.

Biden finalizou o discurso pedindo conforto para as famílias que sofrem por terem perdido entes queridos em ataques.

Veja um trecho do discurso:

“Isso não é sobre tomar as armas de ninguém, nem sobre vilanizar quem as tem”, diz Biden ao pedir maior controle sobre a venda de armamento nos EUA.

Presidente americano lembrou que nenhum direito é absoluto, incluindo a 2ª Emenda da Constituição.

Casos mais recentes

Nessa quarta-feira (1º/6), um homem matou o médico que havia o operado e outras três pessoas em um hospital na cidade de Tulsa e depois tirou a própria vida.

Em um cemitério de Rancine, nesta quinta, um homem abriu fogo durante um funeral e matou, ao menos, cinco pessoas.

Em Uvalde, no Texas, 19 crianças morreram, além de duas professoras, em um ataque feito por um jovem de 18 anos em uma escola primária, em 24 de maio. Um homem com a mesma idade assassinou 10 pessoas em um supermercado de Buffalo, no estado de Nova York, em 14 de maio. Ele era um supremacista branco e planejou o atentado por cinco meses.

Por Metrópoles

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