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Governador do Oklahoma poupa homem condenado à morte e muda sentença para prisão perpétua

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O governador do estado americano do  Oklahoma, Kevin Stitt, definiu nesta quinta-feira (18) a mudança da pena de Julius Jones, condenado à morte, para prisão perpétua.

O caso de Jones, que seria executado nesta quinta, ganhou projeção após a produção, em 2018, de um documentário apontando problemas no processo e lançando dúvidas sobre as investigações.

Ativistas, políticos e celebridades, convencidos da inocência de Jones, lançaram a campanha Justice for Julius (Justiça para Julius) e pediam o perdão do Estado.

ones tinha acabado de completar 19 anos de idade quando foi preso, julgado e condenado à morte pelo assassinato de um empresário do Oklahoma, em 1999.

A campanha Justice for Julius (Justiça para Julius), que defende a inocência Jones, vem atraindo o interesse da imprensa e de ativistas, políticos e celebridades — Foto: CORTESIA/DEATH PENALTY ACTION

A campanha Justice for Julius (Justiça para Julius), que defende a inocência Jones, vem atraindo o interesse da imprensa e de ativistas, políticos e celebridades — Foto: CORTESIA/DEATH PENALTY ACTION

Em setembro de 2021, uma comissão responsável por analisar os pedidos de liberdade condicional e perdão recomendou, por três votos contra um, a mudança da pena.

A chamada “comutação” aprovada pelo governador Stitt, do Partido Republicano, prevê além da troca da execução por prisão perpétua, a possibilidade de liberdade condicional no futuro.

Relembre o caso

Na noite de 28 de julho de 1999, Paul Howell, um executivo de 45 anos de idade, estacionava o carro na frente da casa de seus pais quando foi atacado por um desconhecido com uma arma.

Informantes da polícia apontaram para Jones e Christopher Jordan como autores do crime. Segundo eles, Jordan era o motorista, e Jones, o atirador.

Jones, que na época estudava na Universidade de Oklahoma, afirma que, na hora do crime, estava em casa, jantando com a família e jogando Banco Imobiliário.

Mesmo antes da prisão de Jones, a imprensa local já havia começado a pedir pena de morte para o autor do crime.

O caso ficou nas mãos de Robert Macy, um promotor apelidado de “Cowboy Bob” e renomado por ter obtido um dos maiores números de condenações à morte no país.

Via-G1

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Redação Juruá Online

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