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Gerson comenta adaptação na França e vira página sobre recusa à Seleção: “Isso é passado”

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A espera foi longa, mas o sonho enfim foi realizado. Presente na segunda lista de convocados por Tite para as próximas três rodadas das Eliminatórias, o meio-campista Gerson finalmente conseguiu fazer parte da seleção brasileira principal.

O chamado vem num momento importante da carreira do jogador de 24 anos. Após brilhar no Flamengo, sendo protagonista na conquista de títulos importantes, ele tenta uma segunda chance na Europa, agora pelo Olympique de Marselha, da França.

– Eu achava que seria mais difícil (a adaptação). Até que está sendo tranquilo. Ainda não consigo me comunicar muito bem com meus companheiros. Mas tem muito brasileiro que trabalha no clube, jogadores também, isso ajuda bastante. Para me firmar na Seleção eu tenho que estar sempre fazendo bem no meu clube. Quando tiver oportunidade, fazer bem aqui também. É continuar trabalhando, focado, para quando tiver oportunidade fazer bem feito – declarou Gerson, que também falou sobre seu novo posicionamento:

– Eu sou segundo volante, mas estou sendo usado um pouco mais na frente no meu clube. Às vezes um pouco mais para trás, depende da forma de jogo que o nosso treinador está usando. Estou me sentindo bem, até porque estou mais perto do gol. Com mais responsabilidade de fazer as jogadas ofensivas do time – explicou, em entrevista coletiva virtual promovida pela CBF.

Feliz com a oportunidade com a amarelinha, Gerson tentou virar a página do episódio em que pediu para não ser convocado para a seleção sub-23 no ano passado. Alegando desgaste físico e falta de férias, o meio-campista declinou convite para participar do Pré-Olímpico.

– Isso é passado. Já conversei. Foi até o Juninho (Paulista, coordenador da Seleção) que me ligou para falar que eu seria convocado. Já está tudo em ordem. Estou feliz com a oportunidade. Espero agora retribuir com essa oportunidade a chance que eles estão me dando.

Gerson já defendeu as seleções de base, mas nunca a principal — Foto: Ricardo Nogueira/CBF

Gerson já defendeu as seleções de base, mas nunca a principal — Foto: Ricardo Nogueira/CBF

Gerson disputa uma vaga no meio de campo da Seleção com Bruno Guimarães e Edenilson.

O Brasil enfrenta o Chile nesta quinta-feira, às 22h, no Estádio Monumental de Santiago. Depois, faz dois jogos em casa: contra a Argentina, domingo, na Neo Química Arena, em São Paulo, e contra o Peru, quinta que vem, na Arena Pernambuco, no Recife.

A Seleção é líder das Eliminatórias com 100% de aproveitamento após seis rodadas.

Confira abaixo outros trechos da entrevista de Gerson:

Primeira convocação

– Primeiro agradecer a Deus pela oportunidade de realizar o sonho de vestir a camisa da Seleção. Como sempre falo, procuro sempre estar trabalhando bem para estar sempre mostrando um bom futebol. Agora é focar aqui, hoje começam os treinamentos, fazer bem. Para ter chance, continuar tendo oportunidade de representar o meu país. É estar focado e ligado para quando a oportunidade aparecer, fazer bem feito.

– A sensação de ser convocado é sempre ótima, mas pra Seleção principal é única. Porque a gente tem diversos jogadores brasileiros qualificados. É muito difícil chegar aqui. Quando chegamos no quarto com a sua mochila, seu nome e a roupa da Seleção, você se sente muito honrado. Meu pensamento é sempre estar fazendo bem no meu clube para ter essa oportunidade. Antes de ser convocado eu recebi primeiro a mensagem do Juninho. Em seguida ele me ligou. Quando fiquei sabendo que tinha a possibilidade de eu ser convocado foi uma alegria imensa. Não tem como descrever. Só você estando aqui para saber como é.

Reencontro com Everton Ribeiro e Gabigol

– É sempre bom estar no nosso país. Ainda mais realizando um sonho de menino, que é vestir a camisa da Seleção. Encontro de alto nível com meus antigos companheiros, que tive uma passagem no meu clube de coração, onde conquistamos diversos títulos.

Melhor nível?

– Nós jogadores, na minha opinião, nunca estamos no nosso nível máximo. Temos que estar todos os dias focados, trabalhando para sempre estar evoluindo. Estou me sentindo bem, fisicamente estou bem. É estar bastante concentrado e atento nas oportunidades.

Ambiente na Seleção

– É minha primeira convocação, não posso dizer de clima. Mas fui muito bem recebido. Ao lado de jogadores extraordinários. Jogadores que eu nunca tinha visto. Estou em casa, no meu país, vestindo a camisa do meu país. A comunicação é mais fácil. Mais fácil se adaptar. O clima é bom demais.

Papel dos meias

– Eu falo por todos os jogadores do meio de campo. Temos uma responsabilidade muito grande, fazer a transição da defesa para o ataque e também estar focados na marcação. Saber cobrir espaços do companheiro quando sai em uma jogada. Fazer a bola chegar com qualidade nos companheiros da frente. Nós brasileiros temos jogadores muito qualificados em todas as posições.

Achou que não teria chances?

– Eu sempre pensei em estar trabalhando bem. Só de o meu nome estar entre a lista dos observados era importante para mim. Temos que respeitar, pois temos muitos jogadores de qualidade. Eu sei o quanto é difícil estar aqui. Graças a Deus estou tendo oportunidade e espero fazer o melhor possível.

Campeonato Francês

– Agora, com a chegada de grandes jogadores lá (na França), está dando um holofote maior para a liga. O campeonato vai ficando ainda maior e mais difícil. Espero fazer um bom trabalho para que eu continue sendo lembrado.

Via – GE

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Redação Juruá Online

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