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Freteiro acreano foi morto por ter reconhecido sequestradores, diz polícia

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O freteiro Francisco Alves Maia, sequestrado e morto aos 56 anos de idade, em Rio Branco, na semana passada, foi executado porque reconheceu pessoas do grupo que planejaram seu crime. Durante mais de sete horas ele permaneceu sequestrado em algum ponto do bairro Praia do Amapá, na região do Segundo Distrito de Rio Branco, quando então veio a ordem para que ele fosse executado para que não denunciasse quem ele havia reconhecido.

As informações são de investigadores que atuam no caso, cujo delegado responsável pela investigação, Leonardo Santa Bárbara, deverá pedir a prisão de pelo menos mais duas pessoas as quais teriam envolvimento com os crimes. Outras quatro pessoas, incluindo uma mulher de pouco mais de 25 anos, já estão presos. De acordo com a polícia, foi a mulher que atraiu Francisco Alves Maia para o sequestro seguido de morte. Ela ligou para o freteiro chamando-o para ir à Praia do Amapá para fazer uma mudança para ela.

Ao entrar no bairro, de acordo com a polícia, o freteiro foi rendido. Levado para um local que a polícia ainda não identificou, Francisco Maia deveria ser mantido em cárcere privado enquanto dois comparsas dos bandidos cruzavam o estado rumo à fronteira com a Bolívia, no Alto Acre, a fim de negociarem, possivelmente na cidade boliviana de Cobija, o pequeno caminhão com o qual o freteiro garantia a sobrevivência da família. O veículo foi visto por câmeras de segurança sendo dirigido pela BR-317, rumo à fronteira.

Com a mesma intensidade com a qual busca mais envolvidos com o caso, os investigadores também buscam o caminhão. Não há certeza se o veículo cruzou a fronteira e se está na Bolívia ou se foi escondido em algum lugar ainda dentro do Brasil.

O que leva a polícia a concluir que Francisco Alves Maia foi morto por ter reconhecido alguém do bando é que ele não foi assassinado imediatamente após ser rendido. Como o cadáver foi encontrado numa cova rasa com as mãos amarradas para a frente, significa que ele permaneceu vivo por algum tempo.

O freteiro foi executado com um tiro e sepultado na cova rasa, de bruços. A polícia quer saber se entre os presos está o executor da morte, já que embora haja confissões de participação no sequestro, até o momento nenhum dos presos admitiu ter dado o tiro que tirou a vida da vítima.

Via: Contilnet

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Redação Juruá Online

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