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Flexibilizações de máscaras e festas dão ares de vida normal em Portugal: ‘As pessoas estão comemorando’, diz catarinense

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Portugal  começa a flexibilizar as restrições para evitar a contaminação por Covid-19. No dia 1º de outubro, bares e boates puderam reabrir sem limite de horário e o uso das máscaras não é mais obrigatório em espaços abertos.

Catarinenses que vivem no país contam como está a vida após o avanço da vacinação e a queda no número de mortes causadas pela doença respiratória.

“As pessoas estão comemorando, estão felizes. A vida está voltado ao normal finalmente, mas sempre existe aquele medo [da contaminação pela Covid-19]”, afirma a jornalista Angela Muniz.

Catarinense mora em Portugal, mas está na Espanha; "Há muito mais preocupação com a Covid-19 por aqui", afirma — Foto: Angela Muniz/Arquivo Pessoal

Catarinense mora em Portugal, mas está na Espanha; “Há muito mais preocupação com a Covid-19 por aqui”, afirma — Foto: Angela Muniz/Arquivo Pessoal

Ângela Muniz, de 52 anos, nasceu em Lages, na Serra, e se mudou para Lisboa em 2019, pouco tempo antes da pandemia começar. Ela conta que, a cada 15 dias, as autoridades de Portugal revisavam os números da doença e apresentavam novas restrições à população.

Segundo ela, essa comunicação perene com a sociedade, o rígido sistema de confinamento e o intervalo de 28 dias para a aplicação da segunda dose, de qualquer vacina, favoreceram a situação atual do país.

Ângela com as amigas em um bar de Portugal  — Foto: Ângela Muniz/Arquivo Pessoal

Ângela com as amigas em um bar de Portugal — Foto: Ângela Muniz/Arquivo Pessoal

Ângela afirma que a aplicação da terceira dose está sendo cogitada, mas ainda não há confirmação por parte do governo português.

“A minha percepção é de que as coisas vão começar a andar a partir de agora. Foi uma grande lição, foi muito ruim, morreu muita gente. Os portugueses são mais fechados do que nós, mas, como qualquer ser humano, precisam de contato”, explica.

Ângela conta que, até o momento, só frequentou bares e restaurantes com as amigas em Portugal. O uso da máscara, por parte dela, acontece quando há muitas pessoas no ambiente, mesmo em espaços abertos. Em alguns locais da cidade, há cabines de desinfecção. (Veja vídeo abaixo).

Atualmente, ela está viajando pela Espanha e nota que a preocupação com a Covid no país é maior.

“Eu achava que iria [em baladas em Portugal], mas acho que não vou querer. Vai demorar um pouco para eu me sentir segura. Eu estava em um festival ao ar livre na Espanha e assim que percebi pessoas demais no ambiente me causou mal-estar. Deu até taquicardia. Quando eu voltar para Portugal, acho que ainda não vou frequentar as baladas, até porque são espaços muito pequenos”, explica a jornalista.

Cabines de desinfecção estão instalados em pontos históricos de Lisboa

Cabines de desinfecção estão instalados em pontos históricos de Lisboa

Fim da 3ª fase do desconfinamento

Danielli Almeida Abreu tem 41 anos e mora em Portugal , ela tem três filhos e teve que inventar diversas atividades lúdicas durante o confinamento da família.

“A minha ideia de lockdown era de um mês. Fiz várias atividades com eles. No início foi bom, mas passados os meses se tornou assustador porque a gente não sabia como seria o próximo mês”, relembra.

Catarinense acreditava que quarentena duraria apenas um mês em Portugal — Foto: Danielli Almeida Abreu/Arquivo Pessoal

Catarinense acreditava que quarentena duraria apenas um mês em Portugal — Foto: Danielli Almeida Abreu/Arquivo Pessoal

Para ela, o país soube lidar bem com pandemia, apesar das mortes registradas. Segundo Danielli, durante a campanha de imunização, houve vários contatos telefônicos dos órgãos responsáveis para a realização da vacinação contra a doença.

Família frequenta cinemas que ainda possuem restrição de ocupação máxima de 50% — Foto: Danielli Almeida Abreu/Arquivo Pessoal

Família frequenta cinemas que ainda possuem restrição de ocupação máxima de 50% — Foto: Danielli Almeida Abreu/Arquivo Pessoal

Danielli explica que Lisboa entra, a partir de agora, na terceira fase do chamado desconfinamento. Nos bares e baladas, todos os clientes devem apresentar um certificado digital que aponta se a pessoa já teve Covid e se ela já foi vacinada. Testes negativos da doença também são solicitados nestes locais, segundo ela.

“Agora acaba o limite máximo por pessoas em restaurantes. Deixa de ser solicitado o certificado digital em restaurantes e hotéis. Está liberada a venda e o consumo de bebida alcoólica e chega ao fim a recomendação de home office. A única coisa que não muda é o uso de máscaras em espaços fechados”, conclui a catarinense.

Via-G1

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Redação Juruá Online

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