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Fabricante prevê aumento de 35% nas vendas de skate com sucesso de brasileiros nas Olimpíadas: ‘Vai inspirar uma geração’, diz gestor

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O sucesso dos skatistas brasileiros Rayssa Leal e Kelvin Hoefler nos jogos olímpicos de Tóquio refletiu positivamente na produção e vendas de skates em uma indústria de Votorantim (SP). A fabricante estima um aumento de 35% nas vendas para o próximo semestre.

Ao G1, Alessandro Souto, gestor da empresa, explica que a indústria já havia registrado um leve aumento por conta da pandemia de Covid-19, que estimulou as pessoas a praticarem esportes individuais.

“Considero que tivemos dois aumentos na área de skate, pois sentimos uma diferença entre o início da pandemia e o período anterior, entre 2019 e 2018. O aumento foi em razão do skate ser um esporte individual, onde não aglomera. Já em 2021, tivemos o aumento em razão de ter virado esporte olímpico”, diz.

“Agora, temos novos pedidos, que já são consequência das medalhas de prata do Kelvin e da Rayssa nas Olimpíadas. O feito deles foi sensacional e vai inspirar uma geração novos skatistas”, conta.

Rayssa Leal e Kelvin Hoefler — Foto: Arte/G1

Rayssa Leal e Kelvin Hoefler — Foto: Arte/G1

Ainda de acordo com o gestor, a medalha de prata dos skatistas impactará a indústria em curto prazo. Com isso, ele estima um aumento expressivo nas vendas para o segundo semestre.

“Antes das olimpíadas tivemos um aumento de 15% por mês nos últimos três meses. Só em julho já tivemos um aumento de 27%, onde praticamente dobrou referente ao mês passado e retrasado. Por conta do ‘hype’ das olimpíadas, já estamos colhendo os frutos e no segundo semestre, acreditamos em um aumento realista de 35% e em um cenário muito otimista de até 50%”, explica.

Apesar de ser uma modalidade consumida em sua maioria por jovens, o Skate também atrai pessoas mais velhas. — Foto: Divulgação

Apesar de ser uma modalidade consumida em sua maioria por jovens, o Skate também atrai pessoas mais velhas. — Foto: Divulgação

Alessandro também explica que o skate é uma modalidade consumida majoritariamente por jovens, mas que também encontra demanda entre pessoas com mais idade, em busca de nostalgia.

“O gosto por skate vai de crianças até adultos, e a faixa etária que mais consome está entre 15 e 25 anos. Tem pessoas de 50 anos que compram para dar uma voltinha ou mesmo guardar por conta do lançamento de novidades em marcas que são possíveis de coleção”, explica.

“O skate nas décadas de 80 e 90 tinha um outro formato e nos últimos 10, 15 anos, ele passou a ser um formato mais ‘street’. As pessoas mais velhas compram por conta da nostalgia no lançamento de marcas que remetem aos modelos antigos”, finaliza.

Via-G1

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Redação Juruá Online

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