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Ex-militar americano mata quatro pessoas na Flórida, Estados Unidos

Segundo 'New York Times', vítimas são um homem, duas mulheres e um bebê que estavam em duas casas da cidade Lakeland; uma menina de 11 anos ficou ferida. Criminoso é um atirador de elite e veterano do Afeganistão e do Iraque; ele levou ao menos um tiro durante confronto com a polícia antes de ser detido.

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Um ex-militar e atirador de elite americano matou quatro pessoas na manhã desse domingo (5) na Flórida, Estados Unidos, informou o jornal “The New York Times”.

De acordo a publicação, as vítimas são um homem, duas mulheres e um bebê de três meses que estavam em duas casas na cidade de Lakeland, que fica no condado de Polk. Uma menina de 11 anos ficou ferida após ter levado sete tiros. Ela foi levada de avião a Tampa e, segundo o xerife do condado, Grady Judd, deve se recuperar.

Ex-combatente do Afeganistão e do Iraque e atualmente trabalhando como segurança, o assassino levou ao menos um tiro durante um confronto com polícia antes de ser detido.

Ainda segundo o “New York Times”, que cita autoridades locais como fontes, três das pessoas assassinadas (um homem de 40 anos, uma mulher de 33 e o bebê no colo dela) estavam em uma mesma casa. A quarta vítima era a avó do bebê, que tinha 62 anos e estava em outra residência na mesma propriedade. O cachorro da família também foi atingido e morto.

Até a última atualização desta reportagem, a polícia não havia dado informações sobre o que teria motivado os crimes, que ocorreram por volta das 4h30 (horário local).

Em entrevista coletiva, o xerife Grady Judd informou que o atirador foi identificado como Bryan J. Riley, de 33 anos. A autoridade policial disse que o assassino sofria de estresse pós-traumático e estava usando roupa camuflada quando se escondeu em uma das casas – aparentemente, ele e as vítimas não tinham ligação.

“Mas, a certa altura, ele disse aos nossos agentes: ‘Elas [as vítimas] imploraram por suas vidas, e eu matei, mesmo assim'”, afirmou o xerife. Ele também disse que o atirador se descreveu como um “sobrevivente” e que contou ter consumido metanfetamina.

Já no setor de emergência de um hospital da região, o assassino tentou pegar a arma de um policial e teve de ser medicado.

Por G1

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Redação Juruá Online

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