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Estátuas romanas raras são descobertas em escavação de ferrovia na Inglaterra

Especialistas também recuperaram uma jarra romana de vidro hexagonal "incrivelmente bem preservada"

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Arqueólogos descobriram um conjunto de estátuas romanas raras “incríveis” durante a escavação de um local na Inglaterra antes de um projeto ferroviário de trens de alta velocidade, disse a companhia ferroviária em um comunicado.

Duas estátuas completas de uma mulher e um homem, com a cabeça de uma criança, foram encontradas no local da velha igreja Norman de St Mary em Stoke Mandeville, Buckinghamshire, sudeste da Inglaterra, enquanto arqueólogos escavavam uma vala ao redor das fundações de uma torre anglo-saxônica.

Enquanto os especialistas trabalhando no projeto High Speed ​​2 (HS2) cavavam, eles encontraram os três bustos “estilisticamente romanos”, uma descoberta que os arqueólogos descreveram como “espantosa”.

“Para nós, terminar a escavação com essas descobertas totalmente surpreendentes é além de emocionante”, disse Rachel Wood, arqueóloga chefe da Fusion JV, que está trabalhando no projeto, em um comunicado.

“As estátuas são excepcionalmente bem preservadas e você realmente tem uma impressão das pessoas que elas representam — literalmente, olhar para os rostos do passado é uma experiência única”, acrescentou Wood.

“Claro, isso nos leva a imaginar o que mais pode estar enterrado sob as igrejas de vilarejos medievais da Inglaterra. Este foi realmente um local único na vida e todos nós estamos ansiosos para ouvir o que mais os especialistas podem nos dizer sobre essas estátuas incríveis e a história do local antes da construção da igreja normanda.”

Outras descobertas

estatua romana
Especialistas também recuperaram uma jarra romana de vidro hexagonal “incrivelmente bem preservada” / Divulgação/ HS2

Dois dos bustos eram formados por uma cabeça e um torso separados, o que os especialistas dizem “não é totalmente incomum”, porque as estátuas eram comumente vandalizadas antes de serem derrubadas.

Os especialistas também recuperaram uma jarra romana de vidro hexagonal “incrivelmente bem preservada” — que, embora se presuma que tenha mais de 1.000 anos, tinha grandes peças intactas — bem como telhas grandes, gesso de parede pintado e urnas romanas de cremação.

A equipe acredita que o local — um monte natural, coberto com solo para formar um monte mais alto — pode ter sido um cemitério da Idade do Bronze. Posteriormente, foi substituído por um edifício quadrado, que os especialistas consideram um mausoléu romano.

“Os materiais romanos encontrados na vala ao redor são muito ornamentados e em número insuficiente para sugerir que o local era um prédio doméstico”, disse o HS2 em um comunicado à imprensa. Os achados serão transferidos para um laboratório especializado, onde serão limpos e examinados.

Via – CNN

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Redação Juruá Online

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