Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on linkedin
Share on telegram

Em passeio pela Serra do Divisor, funcionária pública flagra bando de queixada atravessando o rio Moa

_________________Publicidade_________________

Imersão na natureza, aventura e algumas surpresas pelo caminho, foi assim que a servidora pública Thalyta Figueiredo concluiu o passeio pelo Parque Nacional da Serra do Divisor, ao flagrar um bando de queixadas – também conhecidos como porco selvagem – atravessando o rio Moa, enquanto tentava chegar até a cachoeira do Pedernau.

“É nessa parte que a gente consegue ver muito mais rochas e também pequenas formações com corredeiras. E Olha só essa surpresa no caminho, a gente encontrou uma família inteira de queixadas atravessando o rio e subindo o barranco. Foi um misto de emoção com medo. Estes animais são silvestres e são bem agressivos”, disse sobre o flagra.

É exatamente essa a experiência de quem se aventurar para conhecer o Parque, um verdadeiro mergulho na natureza. O local, que fica no Vale do Juruá, interior do Acre, é uma unidade de conservação de proteção integral e considerado um dos que têm maior biodiversidade do planeta, com cachoeiras, trilhas ecológicas e variedade de fauna e flora.

“Para chegar à cachoeira, foi preciso trocar de embarcação. Enquanto esperava pela troca das embarcações, a gente é claro que aprecia o lugar. Fico pensando o quanto tem gente que é acreano e que ainda não conhece a Serra do Divisor. Gente, não perde seu tempo e vem explorar esse lugar”, pontua.

No Pedernau, o passeio só é possível no verão, mas têm outras cachoeiras onde é possível fazer o passeio ainda no inverno amazônico. Um dos pontos importantes para a viagem é que é necessária autorização do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO) para entrar, mas há muitas empresas locais que fazem esse passeio.

No local, o turismo é de base comunitária e conta com trabalhos de barqueiros, donos de pousadas. E a experiência para quem se aventura é de muita contemplação da natureza, contato com moradores do parque, ribeirinhos e muitas praias.

Edmilson Cavalcante, dono de pousadas na região, diz que começou alugando quartos da própria casa e hoje vê o negócio crescer.

“Não troco isso aqui por lugar nenhum. É bom de viver o clima. Adoro isso aqui. Pretendia fazer uma pequena criação de gado, mas o ICMBIO não permite desmatar mata virgem e minha área de capoeira é pequena e não dava para criar gado, então, passei a hospedar na minha casa, com três quartos e agora aumentei, fui ganhando dinheiro aos poucos e está crescendo”, contou.

Por G1

Compartilhe:

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on linkedin
Share on telegram
Redação Juruá Online

Redação Juruá Online

Notícias Relacionadas