25 de maio de 2022   |   04:34  |  

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Em Cruzeiro do Sul, fonoaudióloga explica sobre uso excessivo de eletrônicos para crianças

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Por trás do que deveria ser uma inofensiva tela, se escondem perigos que impactam diretamente no desenvolvimento das crianças. No mundo cada vez mais conectado, já é comum ver os pequenos manuseando celulares e outros aparelhos eletrônicos.

O que poderia ser um alívio para os pais cansados, e diversão das crianças, também pode causar graves consequências, como o atrasado na fala.

Em entrevista com a fonoaudióloga Maraísa Villasboas, em Cruzeiro do Sul, ela afirma que, de acordo com a OMS, a orientação é que até os 2 anos de idade a criança não deva ser exposta a telas. A partir daí, até 6 a 8 anos, é recomendado apenas 1h por dia com supervisão dos pais. Ainda assim, o uso excessivo trará mais malefícios do que benefícios, visto que não é indicado como atividade de desenvolvimento de fala e linguagem.

Um estudo realizado para crianças doentes da Universidade de Toronto em 2015 no Canadá, indica que quanto mais tempo de tela, maior o risco dos bebês apresentarem atraso na fala. Segundo pesquisadores, os resultados da análise apontam que, a cada 30 minutos de uso, os riscos das crianças terem alguma demora para falar sobem em 49%.

Ainda segundo a fonoaudióloga, a criança aprende a falar de acordo com a observação e interação com pessoas que estão ao seu redor, e vai repetir. Então, quando isso é atrapalhado por causa da tela, esse convívio automaticamente é prejudicado.

“A criança já começa a se comunicar desde o ventre da mãe. Ali ela já começa a ouvir, se mexer e sentir. A partir dos 6 meses de nascida, elas começam a observar os olhares, sorrir e até tentar falar com alguém”, complementa Villasboas.

Redação Juruá Online

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