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Dizer sim à vacina contra Covid-19 é dizer sim à vida

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Coronavac e Oxford/AstraZeneca, e mais recentemente a Pfizer, na capital, são as três vacinas disponibilizadas para a imunização dos acreanos contra a Covid-19. As três, de acordo com a avaliação de especialistas e órgãos responsáveis, são eficazes para evitar que mais pessoas percam a vida para o novo coronavírus.

Entretanto, algumas pessoas ainda recusam o imunizante que, atualmente, é a arma mais poderosa que os estados possuem para vencer a luta contra a Covid-19. Qual o medo ou a preocupação? São os efeitos que podem ocorrer posteriormente às doses? Lembrando que ao nascer, regularmente, são aplicadas vacinas contra diversas doenças.

Osvaldo Leal é médico e diretor clínico no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into-AC). Foto: Mardilson Gomes

É desconfortável, mas é normal sentir algum efeito colateral após a aplicação de qualquer outra vacina, afirma o médico Osvaldo Leal: “Os efeitos indesejados são semelhantes às outras vacinas que tomamos durante a nossa vida”. Alguns grupos são mais suscetíveis à forma grave da doença, a exemplo, àqueles que têm comorbidades.

“Sabemos que as pessoas com comorbidades como diabetes, hipertensão e obesidade, por exemplo, têm mais chance de desenvolver as formas mais graves da doença e as vacinas contra a Covid-19 são as principais armas para evitar essas complicações. São seguras e eficazes”, enfatizou o médico.

Não pode ter medo

Itamara Santos, de 73 anos, tomou a vacina Oxford/AstraZeneca. Foto: Cedida

“A senhora sentiu medo, mãe?” Perguntou Samara Maia, filha de Itamara Santos, de 73 anos, que tem comorbidade e já recebeu a primeira dose da vacina Oxford/AstraZeneca. A idosa sentiu apenas efeitos leves, repousando por dois dias. E respondendo o questionamento da filha, diz: “Não, senti não”.

Itamara deixa um recado aos demais: “Se você não tomar vacina, pior vai ser para a gente de uma certa idade, que vai morrer mais cedo ainda. A pessoa não pode ter medo, é uma solução que Deus colocou para a gente não morrer de falta de ar nos hospitais”.

Ela também chama a atenção de quem já tomou a primeira dose da vacina contra a Covid-19: “Tem que tomar a segunda dose porque se não é mesmo que não ter tomado a primeira”.

A única esperança

Samara Maia conta que a família perdeu um ente querido para a Covid-19. A recomendação da família, segundo ela, é que não deixem a oportunidade de imunização escapar.

“A vacina é a única esperança que temos no momento, eu fiquei bem ruim com a Covid-19, e estou esperando ansiosamente pela minha vez. Não deixem de tomar”, alerta Samara Maia.

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Redação Juruá Online

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