3 de julho de 2022   |   16:30  |  

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Desaparecimento na Amazônia completa uma semana em meio a cobranças internacionais

No sábado, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) emitiu uma resolução com solicitações ao governo brasileiro a respeito do paradeiro da dupla.

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O desaparecimento do indigenista Bruno Araújo Pereira e do jornalista inglês Dom Phillips no Vale do Javari, no Amazonas, completa uma semana neste domingo (12).

No sábado, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) emitiu uma resolução com solicitações ao governo brasileiro a respeito do paradeiro da dupla.

A organização, vinculada à Organização dos Estados Americanos (OEA), pediu que o Brasil redobre os esforços de busca, e disse que o país não agiu de forma célere após receber a denúncia sobre o desaparecimento.

Segundo o documento, os esforços estatais teriam sido iniciados depois de uma grande mobilização da sociedade civil e da imprensa, e as medidas adotadas até o momento seriam insuficientes, considerando a extensão do território, além de outros desafios técnicos.

Também no sábado, a Polícia Federal, que coordena um comitê de crise na capital amazonense, esclareceu por meio de nota que são falsas as notícias que circularam sobretudo nas redes sociais de que corpos teriam sido encontrados.

Na nota, a PF também diz que o material orgânico aparentemente humano encontrado no rio, próximo ao porto de Atalaia do Norte, na última sexta-feira (10), já está em posse do Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal para análise pericial.

Uma nota divulgada pela Univaja, assinada também por outras associações representantes de povos indígenas, informou que a dupla desapareceu no trajeto entre a comunidade Ribeirinha São Rafael até a cidade de Atalaia do Norte (AM).

De acordo com as entidades, o indigenista é alvo de ameaças de madeireiros e garimpeiros que tentam invadir terras indígenas na região. Bruno Pereira é tido como experiente e profundo conhecedor da região, já que foi coordenador regional da Fundação Nacional do Índio (Funai) de Atalaia do Norte por anos.

Por CNN Brasil

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