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Desabamento na Nigéria deixa 6 mortos; até 100 pessoas podem estar nos escombros

Equipes de resgate procuram vítimas nas pilhas de concreto e metal retorcido da luxuosa construção de 21 andares, que colapsou na capital comercial do país, Lagos

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Pelo menos seis pessoas morreram na capital comercial da Nigéria, Lagos, após o desabamento de um prédio de 21 andares que estava em construção, disse o chefe dos serviços de emergência nesta terça-feira (2).

Os desmoronamentos de edifícios são frequentes no país mais populoso da África, onde os regulamentos da construção civil são mal aplicados e, muitas vezes, são usados materiais de construção de baixa qualidade.

Olufemi Oke-Osanyintolu disse que um esforço de busca e resgate foi iniciado na noite de segunda-feira (1º) para tentar encontrar sobreviventes do incidente.

“Atualmente, todas as equipes de resposta estão no local enquanto a busca e o resgate estão em andamento”, disse Oke-Osanyintolu, acrescentando que o número de mortos, atualmente, está em seis.

Quatro pessoas foram resgatadas com vida e mais três tratadas por ferimentos leves no local, disse ele.

Testemunhas dizem que até 100 pessoas estão desaparecidas e podem estar nos escombros depois que a luxuosa estrutura residencial desmoronou.

Equipes de resgate usaram escavadeiras para movimentar o entulho sob o brilho de holofotes alimentados por geradores enquanto montes de concreto estilhaçado e metal retorcido dominam o local onde o prédio ficava.

O presidente Muhammadu Buhari pediu que os esforços de resgate sejam intensificados à medida que os serviços de emergência, incluindo hospitais, entram em ação.

O prédio que colapsou fazia parte de um complexo com três torres em construção pela incorporadora privada Fourscore Homes, que prometia fornecer “um estilo de vida livre de estresse e completo, com um toque de hotel”.

A unidade mais barata era sendo vendida por US$ 1,2 milhão (cerca de R$ 6,82 milhões). A Reuters ligou para os telefones da Fourscore Homes e do principal empreiteiro da obra, mas não obteve retorno.

Via – CNN

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Redação Juruá Online

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