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‘Deixou quatro diamantes’, diz irmã de mulher que morreu após dar à luz quadrigêmeas em SC

Mãe estava em hospital de Criciúma, no Sul catarinense. Última publicação de Rosineia nas redes sociais ocorreu quatro dias antes da morte.

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O sepultamento de Rosineia Tomaz Garcia, mulher de 37 anos que morreu após dar à luz quadrigêmeas, ocorre nesta terça-feira em Turvo, no Sul catarinense.

Por volta das 8h30 uma celebração em memória da vítima foi realizada em uma capela mortuária em Morro da Fumaça, na mesma região.

“Nossa guerreira lutou até o final e deixou quatro diamantes. Temos que ser fortes para seguir o legado que ela deixou”, disse a irmã da vítima Valdineia Tomaz.

A irmã de Rosineia, informou que a família está bastante abalada com a perda. Valdineia Tomaz disse ainda que os bebês estão bem. As crianças nasceram com sete meses e estão em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em Criciúma.

Rosineia será sepultada na mesma cidade onde o pai está enterrado, segundo uma amiga da família.

Conforme as primeiras informações, Rosineia teve um problema de saúde e precisou ser levada à UTI. Porém, não resistiu aos ferimentos. Rosineia tinha outras duas filhas antes das quadrigêmeas.

Última publicação nas redes sociais

Última publicação feita por Rosineia tratava sobre a expectativa da chegada das crianças — Foto: Redes Sociais/Reprodução

Última publicação feita por Rosineia tratava sobre a expectativa da chegada das crianças — Foto: Redes Sociais/Reprodução

Na última postagem nas redes sociais, Rosineia escreveu sobre a expectativa dela com a chegada dos bebês. A publicação ocorreu quatro dias antes da morte.

“7 meses. Obrigada Deus! Logo, logo minhas 4 amorinhas estão chegando; cada dia um milagre elas estão surpeendendo a todos, cada ultrassom os médicos se emocionam. Deus cuidando de cada detalhe”, escreveu a gestante.

O caso

Rosineia morreu na madrugada desta segunda-feira (8) após dar à luz quadrigêmeas. Ela estava internada em um hospital de Criciúma, no Sul do estado.

A unidade de saúde afirmou que não vai se manifestar sobre o caso. Rosineia Tomaz Garcia trabalhava na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Morro da Fumaça, cidade vizinha a Criciúma. A Apae lamentou a morte e afirmou que se solidariza com a família.

“Ela estava afastada desde que descobriu a gravidez. E ela estava muito feliz com a expectativa do nascimento das meninas. Era muito risonha. Estamos sem chão com a partida precoce. A nossa Apae está de luto”, informou a entidade.

Rosineia trabalhava na Apae em Morro da Fumaça e estava afastada das atividades desde que descobriu a gravidez — Foto: Apae/Arquivo Pessoal

Rosineia trabalhava na Apae em Morro da Fumaça e estava afastada das atividades desde que descobriu a gravidez — Foto: Apae/Arquivo Pessoal

Por G1

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Redação Juruá Online

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