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Com Setti exonerado, Gladson vai antecipar retorno ao Acre: “não vou aceitar esse tipo de coisa”

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Logo após o vice-governador do estado exonerar o procurador-geral do Acre, o governador Gladson Cameli, que está em agenda pela Europa, revelou ao ac24horas nesta quarta-feira, 3, que já cogita retornar ao estado antes do previsto para tomar as rédeas do governo de volta. Isso porque, segundo ele, Rocha, que está como governador em exercício, estaria tentando tumultuar e criar um atrito político enquanto Cameli está fora.

“Isso é para começar uma onda de barulho, ele está querendo chamar atenção. Existe a possibilidade de eu voltar antes da Escócia, me antecipar, porque qualquer decisão que o vice queira tomar, ele tem que combinar com o titular da pasta. Não posso ficar de braços cruzados”, argumentou.

Gladson aproveitou para alfinetar seu vice-governador sobre quando o estado precisou de apoio no pico da pandemia. “Não vou aceitar esse tipo de coisa. Estado é estado. A responsabilidade é minha. Por que na pandemia de Covid ele [Rocha] não foi ajudar?”, indagou.

Cameli estava no aeroporto de Londres, embarcando para a Escócia, quando disse à reportagem que ainda tentará saber o real motivo para tal atitude de seu vice. “Não posso falar sobre isso porque não vi processo, há somente denúncias”. Para ele, a exoneração de seu procurador-geral, João Paulo Setti, é uma decisão exclusiva de Rocha, não do governo.

“Essa questão envolve vários poderes, como o judiciário, ele [Rocha] está mexendo com muita gente. Cada um carrega a cruz que suporta. Só posso me manifestar sobre o assunto quando eu chegar. Mas o que ele está fazendo, na minha concepção, é querendo repetir coisas que já aconteceram no Acre há muito tempo”, diz Gladson.

Segundo Cameli, a atitude de Rocha é desnecessária, até porque sempre teve um diálogo aberto com o mesmo. “Não sou de deixar de dialogar. Mas se ele quer se ‘amostrar’, isso é um problema dele. Não cheguei a ver processos, não sei quais foram os argumentos que ele usou para isso. Será que isso não é para dar conotação política por causa da eleição? Porque nós temos tantos outros assuntos para estar se preocupando”, relata.

Conforme Cameli, não há qualquer tipo de denúncia oficial do que pode ter acontecido que tenha sido para culminar em exoneração. “Isso envolve várias repartições, então é muito cedo sair crucificando. Vou tomar qualquer posição quando eu chegar”, concluiu.

Via-Ac 24 horas

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Redação Juruá Online

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