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Campeonatos Brasileiros Masculino e Feminino de Bocha Paralímpica

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Após um longo período sem competições, a Associação Nacional de Desporto para Deficientes (ANDE), a qual é responsável pelo Futebol de PC e Bocha Paralímpica no âmbito nacional retornou à realização de suas ações. Assim sendo, em 2021 a primeira competição oficial é a de Bocha Paralímpica, que se concentra nos Campeonatos Brasileiros Masculino e Feminino da modalidade.

        Esse ano, no entanto, é a primeira vez que a competição acontece com a separação de gêneros – sendo o Brasil o primeiro país a fazer isso. Vejo isso como um grande avanço e ganho para ambos os lados. Até falo que é mais justo, porque querendo ou não existem desvantagens quando os gêneros competem junto e misturado. E, agora não! Todos os atletas têm mais um pouquinho chances de ir mais longe. Portanto, nós estamos bem felizes com a mais nova divisão do pedaço.

   No mais, dentro dos Campeonatos, além da separação de gêneros, terá duas competições em uma. Ou seja, o campeonato principal e o intermediário - uma forma de oferecer mais chances para grandes atletas. Nós tivemos e teremos representantes do nosso Estado tanto no Masculino como no Feminino. O Masculino ocorreu entre os dias 25 e 31 de outubro, em Joinville (SC) e tivemos, sob o comando do técnico Manoel os atletas Mazinho Silva e Ricardo Campos representando o Acre e a Associação Paradesportiva Acreana (APA). Eles obtiveram um excelente desempenho e chegaram nas oitavas de finais e quarto lugar no Campeonato Principal. Já no Intermediário, o atleta Ricardo Campos, de Assis Brasil (AC) conquistou o segundo lugar.

     Agora, falando das meninas. Entre os dias 08 e 14 de novembro, em Blumenau (SC) é a nossa vez! E o nosso Estado e nossa Associação Paradesportiva Acreana (APA), sob o comando da técnica Rakel e Manoel terá uma única representante que sou eu. Não sei o que Deus preparou pra mim dentro de quadra, mas vou fazer o meu melhor e seja o que Deus quiser! 

        Contudo, eu só vou conseguir dar o meu melhor porque tenho uma família maravilhosa e grandes parceiros em Cruzeiro do Sul, Rio Branco e São Paulo. Nós, atletas somos importantes, mas sem todo mundo que acredita e faz o possível e impossível para mostrarmos o nosso potencial não conseguiríamos ir nem na esquina, quanto mais ir em um Campeonato desse porte. Por isso, muito obrigada por tudo o que vocês fazem para nos manterem firmes nessa jornada de atleta paralímpico.

Ritinha Andrade

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Redação Juruá Online

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