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Caso Henry: amostras coletadas pela polícia não apontam vestígios de sangue

Material colhido pela perícia na terça-feira (30) será preservado para um eventual exame de DNA no futuro.

Perícia realizada na última terça-feira (30), dentro do apartamento onde o menino Henry Borel, de 4 anos, morreu, dia 8 de março, não encontrou vestígios de sangue no imóvel.

Peritos do Instituto de Criminalística Carlos Eboli (ICCE) coletou material das paredes para uma análise técnica. Foram colhidos dez fragmentos de papel das paredes da sala e três swabs do quarto de Henry.

Fragmento de parede colhido na sala do apartamento onde Henry Borel morreu — Foto: Reprodução

Fragmento de parede colhido na sala do apartamento onde Henry Borel morreu — Foto: Reprodução

Todo material foi submetido a exame para detecção de vestígios de sangue, com o uso do luminol (método de alta sensibilidade) e todos os resultados foram negativos.

O material foi preservado para um futuro exame de DNA, caso seja necessário.

Fragmento de parede da sala do apartamento em que Henry Borel foi encontrado morto — Foto: Reprodução

Fragmento de parede da sala do apartamento em que Henry Borel foi encontrado morto — Foto: Reprodução

A polícia faz, nesta quinta-feira (1°),  a reprodução simulada da morte do menino Henry Borel, de 4 anos. A reconstituição do caso estava marcada para começar às 14h. Policiais entraram no prédio onde o garoto morreu por volta deste horário.

Segundo mãe do garoto, Monique Medeiros, e o padrasto, o vereador Dr. Jairinho, Henry foi encontrado desacordado no apartamento do casal, na Barra da Tijuca, e levado para o hospital. Um laudo obtido pela TV Globo mostrou que o menino já chegou morto na unidade de saúde.

Na reprodução do caso nesta quinta, a polícia usará um boneco parecido com a criança. Como Dr. Jairinho como Monique não compareceram à reconstituição, policiais representarão o casal tomando por base os depoimentos prestados à polícia.

A defesa do casal solicitou ao delegado Henrique Damasceno, da 16ª DP (Barra da Tijuca), que a simulação fosse adiada para depois do dia 12 porque, segundo alegou o advogado, Monique estaria sofrendo de depressão. O pedido, entretanto, foi negado.

via-G1

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Redação Juruá Online

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