2 de julho de 2022   |   00:50  |  

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Capital do Acre institui ‘Semana de Conscientização sobre o Autismo’

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Para promoção de discussões, estudos, medidas de inclusão social e outras ações, a capital acreana, Rio Branco, instituiu a Semana de Conscientização sobre o Autismo, que será celebrada no início do mês de abril anualmente. O prefeito Tião Bocalom sancionou a lei nº 2.428 de 09 de maio de 2022 para regulamentar a medida.

O decreto foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) nesta segunda-feira (16). A lei visa também estimular ações de melhorias no atendimento, serviços e reflexões sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA).

“Promover atividades recreativas e esportivas aos autistas na Semana da Conscientização do Autismo, em especial, promover a realização, anualmente, da Corrida Azul pela Conscientização do Autismo que será divulgada e aberta ao público em geral que queira fazer parte, devendo ser colocada dentro do Calendário Esportivo do Município de Rio Branco”, diz parte da lei.

Surpresa

Uma das idealizadoras do movimento SOS Autismo, Adjayna Santos, disse que foi uma surpresa a sanção da lei pela prefeitura. Ela relembrou que pais de autistas enfrentam dificuldades para que os filhos tenham mediadores nas escolas.

Nesta segunda, um grupo de pais de alunos com autismo e também com deficiência foi recebido pelo procurador-geral de Justiça do Ministério Público Estadual (MP-AC), Danilo Lovisaro, após um ato em frente ao órgão no qual eles pediam mais mediadores nas escolas e que não seja feita outra avaliação.

Na última semana, o grupo já tinha protestado em frente à Secretaria Municipal de Educação (Seme) e a secretária Nabiha Bestene informou que estava sendo feita uma avaliação pedagógica das crianças autistas da rede para ver quantos e quais deles vão precisar de mediador e que seria analisada a possibilidade de contratação de mais profissionais.

“Fiquei surpresa pela atitude dele [prefeito], mas é muita positiva porque a gente está lidando muito com casos de falta de conscientização nas escolas, nos postos de saúde e onde vamos. Se tivesse sempre, não apenas em uma semana, mas constantemente palestras nas escolas, nos postos de saúde, capacitação para os professores, direção, do porteiro ao faxineiro, porque a inclusão não é somente na sala de aula, é no todo da escola. Para inclusão isso é fundamental, olhamos como um fato positivo”, destacou.

Por g1

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